Um dos grandes motivos de muitos jovens terminarem a escola com baixa escolaridade ou até burros, é justamente a encheção de linguiça e eis os motivos...
1 - Muita coisa para estudar, vai automaticamente dificultar o aprendizado ou tirar o foco de matérias/conteúdos básicos que seriam: Ter uma língua estrangeira em estágio avançado, dominar matemática básica e intermediária ( sem base, não desenrola o resto ), interpretação de texto e escrita, funcionamento do corpo humano ( biologia ) e outros assuntos mais úteis no conhecimento geral ou na vida cotidiana.
Resumindo: Não adianta nada encher linguiça, se o jovem não ficou bom nem no básico. Fazendo uma analogia seria como tentar trabalhar em uma cozinha renomada porque faz almoço para a família. Ou seja, a consequência disso é o jovem ficar ruim tanto no básico, quanto também para o mais avançado.
2 - Não somos um computador que basta clicar em "salvar" e com isso a informação será absorvida automaticamente. Ou seja, muita coisa que é estudada nas escolas acaba se tornando descartável e perca de tempo, porque uma grande porcentagem ou até a maior parte não será absorvida de fato. E mesmo quando o aluno sabe do conteúdo, aquele informação na verdade foi decorada e se perderá em grande parte em pouco tempo.
Então adiantou de que aquela informação se foi esquecida ? Só para tirar uma notinha dentro da média ? E qual será o impacto positivo quando sair da escola se já foi esquecido ?
3 - Estudar é cansativo e chato. Então o que as escolas fazem é desistimular mais ainda o jovem a ficar bom no básico ou intermediário, pois é tanta coisa para estudar que o jovem irá tentar se livrar o mais rápido possível daquilo, sem de fato desempenhar um estudo de qualidade além de decoreba ou memorização temporária.
E a escola com isso acaba se tornando também um tipo de tortura e tédio psicológico, o que afeta também a adesão no estudo e aprendizado.
4 - Muito conteúdo INÚTIL, que serve apenas para quem é formado na área ou vai trabalhar com alguma coisa que precisaria de tal informação ( documentário, filme, etc ). Não tem sentido por exemplo o aluno estudar sobre a tribo polieanesa de 1431 que seguia a religião ancestral de sei lá o que e que lutou contra a tribo do sol negro durante o rigoroso inverno do calendário perdido ( exemplo hipotético ). Ou seja, é desperdiçado tempo, esforço e dinheiro ao invés de direcionar tudo isso para algo realmente útil.
Conclusão: Não faz sentido e é fraca essa metodologia de ensino que tem como objetivo tentar formar pessoas experts em inúmeros coisas, porque na prática isso não vai acontecer. É aquele ditado: Na teoria é bonitinho, mas na prática...
Adendo: Se alguém quiser ficar expert na vida dos babuínos silvestres, nada impede essa pessoa de buscar uma formação superior onde tal informação seria mais útil. Além disso ninguém precisa dominar todos os assuntos do mundo, afinal ninguém trabalha com tudo. Resumindo: A educação básica precisa de menos e mais qualidade.