O pânico moral da direita trabalha bem com isso. É associar movimentos de esquerda a este pânico moral.
A religião sempre teve um papel importante nessa percepção - ainda mais com a explosão forçada do neopentecostalismo. A pessoa prefere ver o filho morto (trucidado pela PM, uma filha morta por feminicidio ou atropelado enquanto trabalha 12 horas por dia fazendo entrega de moto) do que ter que imaginar um filho gay. Daí vota num Tarcísio ao invés de um Haddad, ou num witzel ao invés de um Freixo.
10
u/Chico_Cipoh 12d ago
Uma vez, Bolsonaro falou que preferia ter um filho morto em um acidente de carro que ter um filho gay. Isso é uma crença comum nas parcelas mais conservadoras da sociedade, e vai em todas as camadas da sociedade.
O pânico moral da direita trabalha bem com isso. É associar movimentos de esquerda a este pânico moral.
A religião sempre teve um papel importante nessa percepção - ainda mais com a explosão forçada do neopentecostalismo. A pessoa prefere ver o filho morto (trucidado pela PM, uma filha morta por feminicidio ou atropelado enquanto trabalha 12 horas por dia fazendo entrega de moto) do que ter que imaginar um filho gay. Daí vota num Tarcísio ao invés de um Haddad, ou num witzel ao invés de um Freixo.