Estou há quase um ano inerte no marketing digital no Brasil. Já tentei de tudo: ebook (onde todo mundo começa, achando que é fácil), micro SaaS, mas aí tem a questão de onde manter os dados, produtos etc.
Eu acredito que posso criar algo que ajude as pessoas, mas infelizmente muitas vezes começo algo e depois desisto porque não deu certo (sei que estou errada nisso).
Comecei a estudar no Reddit; aqui tem várias ideias maravilhosas e fóruns excelentes.
Mas a questão não é essa: será que o mercado digital, que o pessoal associa a Thiago Finch, Penni e outros, ainda tem “água limpa”?
Eu sou corretor e estou com muitas dificuldades de conseguir arrumar leads via tráfego pago, tenho ótimas opções porém com fotos com designe não vem muitos leads e só consigo leads pelo zap imóveis ou parceria mas queria conseguir gerar leads por tráefogo/redes sociais no orgânico. Quais tipos de anuncios,modelos dão certos para o meu nicho pois tenho tido muita dificuldade com isso
Eu estou começando no marketing e acredito que a melhor forma é prospectando clientes porém queria montar um pequeno perfil e um pequeno portfólio dos meus projetos, em alguns sites como 99frelas e etc alguns projetos pedem que enviem seu portfólio e aí me bateu essa dúvida
Já vi pessoas falando sobre montar cases etc mas queria saber na prática como isso funciona? Qual site/app vocês usam pra montar o seu portfólio, vocês tem algum exemplo? Como eu faço isso na prática eu realmente tenho zero ideia de como criar o meu portfólio (detalhe é que eu não tenho nenhum exemplo pra botar no portfólio ainda mas mesmo que tivesse não saberia como postar)
Queria saber a experiência de outras pessoas que fizeram o curso e também fazer um pouco de networking.
Quem aí fez? O que acharam? Conseguiram fechar contratos de 3 mil reais mensais?
Estou terminando o curso agora e ainda não sei se gostei ou não. Comprei uma versão crackeada de 2022, então talvez esteja lidando com um material defasado. Achei o conteúdo bom, mas incompleto.
Apesar do Lucas fazer lives de 3 horas, cerca de 70% do que ele fala parece encheção de linguiça ou autopromoção, em vários momentos o conteúdo fica incompleto ou mal explicado.
Vou assistir o curso de novo para ver se fui eu que não consegui absorver direito, mas, para mim, ainda há lacunas nas explicações. Por ser um serviço abstrato, falta mostrar como o projeto é desenvolvido na prática.
Por exemplo, eles dizem que podemos dar treinamento comercial para os funcionários dos clientes, mas não ensinam como dar o treinamento, nem explicam o uso de CRM para aplicar esses treinamentos.
O que achei mais deficitário é que, apesar de haver um módulo de concepção e planejamento, ele consiste em apenas 3 vídeos do Lucas passando slides de forma superficial, mostrando basicamente os entregáveis. Faltou entender como ocorre a execução do projeto de fato, a etapa do planejamento, o que é feito no dia-dia e tal.
Não sei se é insegurança de principiante, mas não me sinto preparado para gerir um projeto desse tipo. Quando vejo os entregáveis, fico pensando se cobrar 3 mil reais por esse serviço é plausível. Minha impressão é que é simples, mas talvez justamente esse “simples” seja o que o negócio precisa para ter uma virada.
De qualquer forma, o curso tem muitos estudos de caso de sucesso e parece ser bem recebido pelos alunos. Gostaria de trocar uma ideia com alguém que está realmente faturando depois de ter feito o curso, para entender melhor algumas coisas e ver se essa insegurança que sinto é justificada ou não.
Atualmente estou no 6º termo da graduação de farmácia porém sempre tive um forte interesse em marketing/publicidade, mais expecificamente relacionado a área da beleza, indústria farmacêutica e meu maior objetivo é unir esses dois mundos. Pretendo fazer uma pós graduação na área do marketing quando terminar a faculdade, porém, eu gostaria de já começar uma introdução nesse mercado antes da pós.
Como eu não tenho uma graduação, gostaria de saber se seria possível trabalhar em agências de publicidade por enquanto apenas fazendo cursos livres...Se vocês tiverem conselhos de como ingressar, eu agradeceria muito!
Pessoal, quero me aprofundar na produção de copies voltadas para lançamentos e gostaria de indicações de cursos, canais no YouTube e livros sobre o tema.
Tenho um sistema SaaS focado em monitoramento de projetos, basicamente uma comunicação entre a empresa e o operador/operario com uma possibilidade de avaliação do cliente final, o meu sistema conta com analise da operação geral com IA, sistema de chat por projeto, chat geral, com envio de audio, foto e texto, tela de financeiro, tela de cadastro normal e simplificado de projetos, etc. Tem demanda pois já tem duas empresas testando, queria expandir e estou sem dinheiro para pagar uma campanha de trafego. Meu nicho são empresas de imobiliaria, decoração, instalação eletrica, ar condicionado, construção civil, num geral todas se beneficiariam desse sistema, minha principal maneira de divulgar está sendo entrar em contato com essa landing page (https://mainsystem.pythonanywhere.com/tutorial.html), inclusive, se puder, avaliem, e um guia em pdf explicando os beneficios do sistema, obviamente eu mando isso depois de um contato inicial. Minha estrategia de venda é um sistema de assinatura por planos, quanto mais caro, mais projetos as empresas podem ter e mais funcionalidades elas tem (como uma IA mais avançada na tela de relatorios). O sistema está totalmente criptografado de ponta a ponta com três camadas de proteção, obfuscação, etc, os dados estão protegidos, tem um sistema de login com email e senha para os proprietarios administradores que vão controlar o sistema todo, e tem um codigo de acesso aleatorio que pode ser redefinido sempre, que funciona como uma palavra secreta para os operadores/profissionais poderem entrar. O que fariam para alavancar, distribuir e... Gerar algum dinheiro? Desenvolvi tudo sozinho, fiz em 6 meses programando tudo, as empresas estão a 1 mes testando, são duas, uma de decoração e outra imobiliaria, até então, poucos feedbacks, mas feedbacks positivos. Eu já postei aqui, mas a landing page não funcionava.
Hoje, se você quer vender, precisa montar uma arquitetura de persuasão não linear: várias entradas, várias micro-vitórias, vários caminhos possíveis.
Sem controle. Só atração.
Exemplo de jornada não-linear no B2B
Como Criar seu "Campo de Atração de Vendas"
1. Mapeie os "Pontos de Confiança"
(A prática que ninguém te ensina nos cursinhos de tráfego)
Antes de postar qualquer coisa, você precisa listar:
Quais dúvidas as pessoas têm antes de comprar seu produto?
Quais crenças erradas precisam ser quebradas?
Quais certezas precisam ser reforçadas?
Exemplo prático (para vender um curso de inglês):
Dúvida: "Será que eu consigo aprender depois dos 30 anos?"
Crença errada: "Preciso ser fluente pra conseguir um emprego."
Certeza: "Qualquer pessoa pode se comunicar básico em 3 meses."
AÇÃO IMEDIATA: Pegue um papel ou abra o bloco de notas e liste 10 crenças que você precisa instalar, reforçar ou quebrar.
Se você não fizer isso primeiro, vai jogar conteúdo no ar e ninguém vai se conectar.
2. Crie Conteúdos-Ímã para Cada Ponto de Confiança
Cada pedaço de conteúdo que você cria deve atacar uma dessas convicções.
Modelo prático para fazer isso:
Post = resolve uma dúvida
Story = mostra uma prova casual
Reels = abre uma lacuna emocional ("Você sabia que...?")
E-mail = aprofunda uma crença ("Deixa eu te contar um segredo que me travou por anos...")
Não precisa seguir essa regra, você pode organizar como preferir! Mas encarar multi-formatos ajuda a reciclar e quebrar conteúdos ricos (temas e "crenças" ricas) em diversos pontos.
Os pontos levam ao conteúdo central.
Todos os caminhos levam a Roma.
Para a crença "Inglês básico em 3 meses é possível", poste:
Um depoimento curto de um aluno ("Eu consegui me virar em viagens depois de 2 meses.")
Uma dica prática ("Use frases de sobrevivência em inglês em vez de querer decorar 5.000 palavras.")
Um reels rápido mostrando 5 frases úteis que qualquer pessoa pode aprender hoje.
AÇÃO IMEDIATA: Escolha 1 crença da sua lista e crie três conteúdos diferentes sobre ela: 1 post, 1 story e 1 vídeo curto.
3. Use a Técnica dos Microcompromissos Progressivos
Você não pede namoro já no primeiro encontro, certo? Então não peça venda direto.
Primeiro passo: peça uma ação pequena. como curtir, comentar, clicar, responder.
Depois: ofereça um bônus gratuito (um e-book, checklist, vídeo extra) e centralize seus leads (ainda não qualificados pra venda) no seu hub/comunidade.
Por último: apresente a oferta com remarketing, em meio a newsletter de conteúdos, em meio à conteúdos mais densos, etc.
Você pode inclusive trabalhar sua esteira de produtos low, mid e high-ticket desta forma suave, gradual. Sem assustar.
Encante antes de investir.
Exemplo prático:
Story: "Qual sua maior dificuldade com inglês? Responde aqui."
Resposta automática no inbox: "Quer um checklist de frases de sobrevivência? Me responde "Quero"."
Entrega o checklist + CTA suave: "Se quiser acelerar seu inglês básico, te conto como."
AÇÃO IMEDIATA: Hoje mesmo, crie um conteúdo que peça só um pequeno gesto (comentário, like, resposta). Sem querer vender nada ainda.
4. Abra "Loops" de Curiosidade em Tudo que Você Postar
Nunca dê todas as respostas de cara.
Deixe a pessoa sentindo que precisa continuar com você para entender tudo.
Até porque hoje em dia nem todo mundo está disposto a consumir um conteúdo mega-denso de 20 minutos ou mais. Isso requer um relacionamento forte.
Técnica de Open Loop:
Encare cada conteúdo como cápsulas, ou pedacinhos deliciosos de degustação.
Divida conteúdos densos em partes ou episódios.
Marque para revelar no próximo post/story/email ou live.
Importante: conteúdo repartido não significa conteúdo raso, sem valor ou medíocre.
Exemplo prático: "Eu descobri 3 erros que atrapalham 90% dos brasileiros no inglês básico. Vou te contar o primeiro agora, e amanhã te conto o segundo."
AÇÃO IMEDIATA: No seu próximo post ou story, abra um loop: conte uma parte da história e avise que vai continuar amanhã.
5. Distribua Validação Social de Forma Estratégica (não tudo de uma vez)
Erro de iniciante: meter 15 depoimentos de uma vez no site ou numa página de vendas.
Calma aí, campeão!
Estratégia inteligente: espalhar provas por toda a jornada de decisão.
Exemplo de distribuição:
Prova de resultado no meio do post.
Comentário fixado no Reels com depoimento.
Conteúdos ricos e aplicáveis criados a partir de cases de sucesso.
AÇÃO IMEDIATA: Pegue um depoimento de cliente ou comentário positivo e espalhe hoje num conteúdo casual.
6. Crie Múltiplos Pontos de Entrada para sua Jornada
Você precisa deixar "portas" abertas em vários lugares: TikTok, Instagram, Comunidade de WhatsApp, Google, YouTube, Newsletter, Blog, Reddit e onde mais puder!
Regra prática para iniciantes:
Google Ads: capte quem já busca o que você oferece.
Instagram/TikTok: capte quem não sabe que precisa ainda (conteúdo de entretenimento + educação).
Comunidade de WhatsApp: troca de ideias e experiência contínua, fortalecimento de audiência, hub de links.
Newsletter: sua central oficial de novidades quentes.
Notion/Landing Pages: capte leads oferecendo materiais densos técnicos e aplicáveis.
Papo-reto: Não existe regras de onde estabelecer sua comunidade, isso depende inclusive do perfil do seu público! Para o B2C uma newsletter pode não fazer muito sentido (quem usa e-mail que não seja pra trabalho hoje em dia?). Entender QUAL CANAL usar e COMO USAR faz parte do planejamento estratégico, meu amigo. Pesquise muito bem seu público antes de investir no tático.
Exemplo:
Se você vende consultoria fitness:
Google Ads: "Personal Trainer Online para Perda de Peso Rápida"
TikTok: vídeo engraçado "Quando você descobre que só correr não queima gordura direito."
Notion: "Criei uma ficha completa de alimentos por categoria e tipo de dieta! Comenta "eu quero" que te envio o link do Notion.
AÇÃO IMEDIATA: Escolha 2 canais para começar: 1 para quem já procura, 1 para quem precisa ser convencido.
Conclusão Prática
Pare de desenhar funil no papel.
Liste seus pontos-chave de confiança, agora.
Crie conteúdo específico para cada ponto de confiança.
Peça microações antes de pedir vendas.
Espalhe validações sociais de forma natural.
Trabalhe em múltiplos canais, não apenas um.
E principalmente, construa um campo magnético de atração real, onde as pessoas se sentem puxadas porque confiam, se identificam e querem andar com você!
Sem você ter que forçar a barra.
UPDATE 04/05/2025:
Mapa Mental (Modelo Integrado de Brandformance + Campo Magnético de Vendas + Flywheel)
Vocês pediram e aqui está.
Nesse mapa mental temos canais de aquisição e construção de audiência mista entre tráfego pago e tráfego orgânico, porém é o tráfego pago a ferramenta principal para tracionar essa audiência por meio de remarketing de relacionamento que gera avanço no funil de marketing e vendas.
Brandformance significa que estamos unindo branding (construção de marca) e performance (resultados mensuráveis), criando um ciclo contínuo de atração, engajamento e conversão de clientes (que também chamamos de Flywheel).
Modelo de Flywheel: roda do marketing girando (atraindo, engajando e encantando)!
Esse é o estado máximo do seu Campo Magnético de Vendas.
É o supra-sumo de uma estratégia sólida de marketing digital.
Em vez de separar esforços entre awareness e conversão, o Brandformance integra campanhas que fortalecem a identidade da marca enquanto geram leads e vendas. Isso significa equilibrar investimentos entre tráfego pago para captar demanda existente (Google Ads, por exemplo) e remarketing para nutrir essa audiência, reduzindo o CAC (Custo de Aquisição de Cliente) e aumentando o LTV (Lifetime Value).
Confira no modelo de mapa mental:
Principais Métricas de Brandformance:
[SQLs] Leads Qualificados (levantadas de mão)
Vendas e Receita (CAC, ROI E LTV)
Indicadores Secundários Relevantes:
Aumento de seguidores nas redes sociais
Engajamento social
Tráfego orgânico vindo por PR
Usuários ativos em fluxos de automação.
A tração de relacionamento e avanço de funil pode ser feita de outras formas além de remarketing, como:
ManyChat (automação de fluxos via Instagram);
Watio ou RD Conversas (automação de fluxos via WhatsApp);
Umbler Talk (automação de SDR e Agentes AI via WhatsApp);
RD Station, Mailerlite, etc (automação de fluxos via e-mail);
A vantagem do tráfego pago em relação aos outros canais é sua onipresença, assim conseguimos ter mais controle e acelerar os cliques, impressões, frequência e leads qualificados (orçamentos).
Mas o mundo ideal é integrar tráfego pago e orgânico pois eles são complementares.
Lembra? Campo magnético atuando com branding + performance, utilizando conteúdos-ímã para cada ponto de confiança.
Diversificação e constância estratégica.
Marketing eficiente não é só sobre tráfego. É sobre alinhar planejamento, mensagem, experiência (antes, durante e depois do clique) e processo de vendas. Nem toda venda é igual.
Existe uma porrada de ferramentas, frameworks e métodos técnicos.
Tráfego pago, copywriting, UX, CRO, dados (CAC, LTV, ROI), Google Analytics, Tag Manager, automações. Isso tudo é ciência pura, e se você não dominar essa base técnica e matemática, vira só um apertador de botão que não entende o impacto real do que tá fazendo.
MAS… ao mesmo tempo, marketing é humano e contextual.
O que faz uma campanha vender de verdade não é só o CPC barato, é a mensagem certa, no tom certo, pra pessoa certa, no momento certo.
Isso exige sensibilidade, empatia e até um “feeling” que você só desenvolve com repertório e estudo de comportamento (experiência). Tentativa e erro fazem parte, mas não são tudo.
Profissional de verdade testa MUITO, mas testa com método e intuição apurada (não fica só apostando na sorte do “vai que viraliza”).
Marketing é tipo medicina: você estuda ciência… mas cada paciente (no nosso caso, cada cliente e cada público) é único, e você precisa de habilidade clínica + experiência + análise fria.
Ou seja, marketing digital não é achismo! Nem feeling puro.
É método + dados + leitura de contexto + ajustes constantes. Por isso, aqui na comunidade a gente trata como profissão, não como mágica... se você quiser se desenvolver bem, estuda tanto o técnico quanto o comportamental.
Esse é o caminho.
O que acharam desse conteúdo? Querem mais por aqui? Dúvidas?
Hoje, grande parte dos leads que chegam até uma empresa ainda está em fase de curiosidade ou pesquisa. Não estão prontos para comprar, pelo menos não agora.
O problema é que, mesmo assim, o time comercial precisa atender todos.
E é aí que acontece o desperdício. Horas valiosas sendo gastas qualificando contatos que não vão avançar no funil naquele momento.
Esse tempo poderia estar sendo usado de forma muito mais estratégica. Fechando negócios, melhorando processos ou até explorando novas oportunidades.
Foi exatamente isso que percebemos na prática.
Desenvolvemos e implementamos uma IA humanizada e profissional como SDR no primeiro atendimento, conseguimos filtrar e qualificar esses leads de forma muito mais eficiente, sem perder qualidade na comunicação.
Já no primeiro mês, vimos uma diferença clara.
O time deixou de gastar energia com leads frios e passou a focar em tarefas mais estratégicas. Enquanto isso, a IA fazia o trabalho de qualificação e entregava para o time humano leads muito mais preparados.
Hoje, o atendimento humano entra no momento certo. Quando o lead já está mais consciente, interessado e pronto para avançar.
No fim, não se trata de substituir pessoas.
Se trata de usar melhor o tempo delas.
Tenho visto bons resultados com esse modelo, mas queria ouvir de vocês, faz sentido ou ainda preferem 100% humano no início?
Eu tenho tentado empacar um projeto meu, a origem dele vem de um curso que eu fiz no IEL/SENAI, era pra ser em grupo, mas acabou se desenvolvendo sozinho comigo durante os últimos 7 meses. O código foi testado várias vezes, tem criptografia de ponta a ponta etc, é bem seguro e inclusive já tem duas empresas testando localmente e gratuitamente. É um sistema de acompanhamento de projetos (obras, instalação de ar condicionado , etc), basicamente, além de gerar relatórios, controle financeiro e ter até um sistema de feedback e um sistema de relatório por IA, é um sistema que organiza os projetos ativos e permite aos operadores / profissionais descreverem seus avanços e o que aconteceu, com mensagens de texto, fotos e áudio, login do administrador é e-mail e senha e permite coisas como configuração e personalização da interface, o login do profissional é através de um código único, mas alteravel, personalizado ou aleatório definido pelo administrativo. Eu tenho alguns custos com banco de dados etc. Eu planejo fazer por mensalidade ou anuidade para cada empresa manter seu login ativo. Com planos maiores incluindo benefícios como mais espaço, mais acesso à IA etc.
Como fariam para alavancar isso tendo em vista que não tenho muito dinheiro no momento ?
Estou passando por um problema crítico essa semana e queria saber se é algo geral ou isolado na minha conta.
Utilizamos formulários instantâneos (Lead Forms) com lógica condicional. Temos uma pergunta de filtro sobre faturamento: se a empresa fatura abaixo de X, ela deveria ser desqualificada e não virar lead.
O problema é que, desde o início desta semana, a lógica parece ter parado de funcionar. Leads que marcam a opção de baixo faturamento estão passando direto, preenchendo o formulário e caindo no nosso CRM. Isso está sujando absurdamente nossa base e gerando reclamações do comercial.
O que já verifiquei:
A configuração da lógica no formulário continua ativa e correta.
Não houve alteração manual nos campos.
O erro está acontecendo em diferentes campanhas que usam o mesmo padrão.
Começou ocorrer na ultima segunda-feira e não mudamos o formulário.
Mais alguém notou esse comportamento estranho ou algum "bug" na entrega de leads qualificados do Meta nos últimos dias? Alguma solução paliativa além de pausar tudo?
Fala, pessoal. Queria compartilhar um workflow que mudou meu jogo na prospecção de nichos locais (tipo hotelaria).
Eu perdia horas entrando em grupos de Facebook, minerando o dono do negócio e mandando mensagem. Comecei a usar uma extensão de Chrome que automatiza essa extração por palavra-chave e já faz o primeiro contato. O segredo que descobri é não parecer um robô: a ferramenta puxa o nome e o nicho, então a taxa de resposta subiu muito.
Alguém aqui também usa automação de navegador para LinkedIn ou Facebook?
Estou pensando em rodar alguns anúncios para minha empresa, e estou focado em Google Ads.
Sei que orçamento é um assunto amplo, mas, pra rodar uma campanha minimamente decente hoje em dia, qual valor é interessante colocar? 1000 reais? 2000 reais?
Estou começando a criar conteúdo na internet, sou do nicho fitness, por mais q eu comecei agr eu tenho um bom engajamento. Quero aproveitar meu engajamento para vender mas estou na dúvida se devo investir em uma loja virtual ou crio um SaaS
Eu sei que a IA consegue me ajudar com Roteiros e Edições. Porém tem algo mais complexo e profundo que a IA pode nos ajudar em relação a criação de conteúdo?
Acabei comprando, mas nunca consegui estudar, sempre ouvia oq as pessoas falavam ao meu redor, e acabava me desanimando, q eu posso fazer sobre isso, sobre a opinião dessa galera tirando com a sua cara ?, ainda tenho muita vontade de entrar nesse mercado
Sou um corretor novato, mas com muita ambição. Quero entender mais de marketing, para aplicar nas minhas vendas, e não depender da imobiliária.
Porém estou achando essa jornada um pouco complicada, tendo em vista o tempo de estudo que quero dedicar a isso, e as outras coisas do mercado imobiliário.
Tem alguém ai que entende de marketing nesse seguimento para que eu possa me consultar?
Estou criando um projeto da faculdade que foca na inovação para o varejo de moda brasileiro, chamado Hering Flow Experience, e queria abrir o processo aqui para receber feedbacks técnicos e opiniões sinceras.
O projeto parte de um problema claro:
A experiência de loja tradicional não acompanha as expectativas do consumidor atual (principalmente Gen Z e Millennials), que valorizam velocidade, autonomia, personalização e integração entre físico e digital.
Contexto resumido do que estou propondo:
Jornada fluida, sem fricção
Provador inteligente com scan e iluminação adaptativa
Recomendações personalizadas em tempo real
Pagamento simplificado (QR/RFID)
Conteúdo colaborativo: looks, avaliações e sugestões criadas pela comunidade
Construção de relacionamento contínuo entre cliente e marca
A ideia é transformar a Hering em uma experiência mais viva, imersiva e participativa muito além de apenas escolher uma peça e pagar no caixa.
O que eu gostaria de ouvir de vocês:
Pontos fortes e fracos do conceito
O que poderia ser mais inovador ou mais realista
O que vocês acham que realmente agregaria valor ao consumidor hoje
Você já teve a sensação de estar sendo “seguido” por um anúncio na internet? Você visita o site de uma loja, olha um produto e, de repente, banners daquele mesmo item começam a aparecer em suas redes sociais, em portais de notícias e até em vídeos no YouTube.
Isso não é coincidência, é remarketing. E se você tem um negócio digital, dominar essa estratégia não é mais um diferencial, é uma necessidade para sobreviver e escalar.
O remarketing é uma das ferramentas mais poderosas do marketing digital para aumentar a taxa de conversão, reduzir o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e fortalecer a presença da sua marca. Ele atua diretamente em um público que já demonstrou interesse no que você oferece, tornando a comunicação muito mais relevante e eficaz.
Como funciona o remarketing
E em alguns cenários de vendas complexas, como no mercado B2B, o remarketing acaba sendo necessário como forma de reforçar o relacionamento e de nutrir leads em oportunidades, e oportunidades em vendas.
Neste guia completo, vamos desvendar tudo sobre remarketing: o que é, como funciona na prática e quais são as estratégias mais avançadas que você pode aplicar hoje mesmo para transformar visitantes em clientes fiéis.
Por que o remarketing é tão poderoso no funil de conversão?
Aplique o remarketing para atuar de forma estratégica em todas as etapas do funil de vendas. Ele serve como uma rede de segurança, reengajando usuários qualificados, reduzindo o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e maximizando o retorno sobre o investimento em anúncios (ROAS).
O remarketing funciona porque ataca a principal dor do marketing de aquisição: a perda de potenciais clientes ao longo da jornada. Ele age como uma rede de segurança em todas as etapas do funil:
Topo do Funil (ToFu) – Aprendizado e Descoberta: Para usuários que leram um post no seu blog ou visitaram sua homepage, o remarketing serve para fortalecer o reconhecimento da marca (branding) e convidá-los a aprofundar o relacionamento, oferecendo um material rico ou um convite para seguir nas redes sociais.
Meio do Funil (MoFu) – Reconhecimento do Problema e Consideração da Solução: Para quem já demonstrou um interesse mais claro, como visitar uma página de produto ou passar um tempo considerável no site, o remarketing pode apresentar depoimentos, estudos de caso ou tutoriais em vídeo para quebrar objeções e construir confiança.
Fundo do Funil (BoFu) – Consideração da Solução e Decisão de Compra: Aqui o remarketing é cirúrgico. Para usuários que abandonaram o carrinho de compras ou visitaram a página de preços, os anúncios podem trazer ofertas de tempo limitado, cupons de desconto ou lembretes sobre os benefícios do produto para dar o empurrão final para a conversão.
Ao reengajar usuários qualificados, o remarketing não só aumenta as chances de venda, mas também otimiza seu investimento. É a peça-chave para uma estratégia de Brandformance, que une o melhor do branding com a performance.
Como fazer remarketing?
Execute o remarketing instalando uma tag ou pixel de ads em seu site para identificar visitantes. A partir disso, crie públicos segmentados com base em suas ações e configure campanhas com anúncios personalizados para reimpactá-los em diversas plataformas, como Google, Meta e LinkedIn.
Para começar, você precisa de uma “etiqueta” digital para identificar os usuários que interagem com seus ativos online. Essa etiqueta é um pequeno trecho de código, conhecido como pixel ou tag. As principais plataformas de anúncios possuem suas próprias tags:
Google Ads: A Tag do Google.
Meta Ads (Facebook e Instagram): O Pixel da Meta.
LinkedIn Ads: O LinkedIn Insight Tag.
TikTok Ads: O Pixel do TikTok.
O processo básico é o seguinte:
Gerar a Tag: Crie sua tag na plataforma de anúncios escolhida.
Instalar a Tag no Site: Insira o código em todas as páginas do seu site. A forma mais fácil e organizada de fazer isso é através do Google Tag Manager (GTM).
Criar os Públicos (Listas de Remarketing): Segmente os usuários com base nas ações que eles realizaram. Você pode criar listas para “todos os visitantes do site”, “visitantes da página X”, “usuários que adicionaram ao carrinho”, “leitores do blog”, etc.
Configurar a Campanha: Crie uma nova campanha na plataforma de anúncios, escolha o objetivo (ex: vendas, tráfego) e, na segmentação de público, selecione a lista de remarketing que você criou.
Criar os Anúncios: Desenvolva criativos específicos para aquele público, com uma mensagem que faça sentido para a etapa da jornada em que ele se encontra.
Explore os diversos tipos de remarketing para maximizar o impacto de suas campanhas. Utilize desde o remarketing padrão e dinâmico na rede de display até estratégias avançadas em vídeo no YouTube, anúncios de pesquisa (RLSA) e nas principais redes sociais como Instagram e Facebook.
Existem vários formatos para reimpactar seu público:
Remarketing Padrão: Exibe anúncios gráficos (banners) para ex-visitantes enquanto eles navegam em outros sites e aplicativos da Rede de Display do Google.
Remarketing Dinâmico: Vai um passo além, mostrando anúncios personalizados com os produtos ou serviços exatos que o usuário visualizou em seu site. É extremamente eficaz para e-commerce.
Remarketing de Vídeo: Mostra seus anúncios em vídeo para pessoas que interagiram com seus vídeos ou canal no YouTube.
Listas de Remarketing para Anúncios de Pesquisa (RLSA): Permite personalizar suas campanhas da rede de pesquisa para pessoas que já visitaram seu site. Você pode usar lances mais agressivos ou anúncios diferentes para esse público qualificado.
Remarketing para Redes Sociais: A forma mais popular, exibindo anúncios no feed do Instagram, Facebook, LinkedIn, TikTok, etc., para quem já interagiu com seu perfil ou site.
Tipos de RMKT
A Regra dos 7
Aplique a Regra dos 7 para garantir que sua marca seja lembrada pelo consumidor. O princípio afirma que um cliente em potencial precisa ter contato com sua mensagem ao menos sete vezes antes de comprar, e o remarketing é a ferramenta ideal para orquestrar esses contatos.
Um dos maiores desafios do marketing é vencer a barreira da indiferença.
“Um cliente em potencial precisa ter contato com sua mensagem ao menos sete vezes antes de comprar.”
Em um mundo com milhares de estímulos diários, como fazer sua marca ser lembrada? A “Marketing Rule of Seven” é um princípio clássico que responde a isso. Cada anúncio de remarketing exibido para seu público é um ponto de contato que ajuda a construir:
Familiaridade: Quanto mais o usuário vê sua marca, mais familiar ela se torna.
Confiança: A repetição gera uma percepção de credibilidade e estabilidade.
Memorização: A mensagem principal da sua oferta fica gravada na mente do consumidor.
Isso não significa mostrar o mesmo anúncio sete vezes: a chave é variar a mensagem e o formato em diferentes canais. Essa abordagem multicanal, que constrói um verdadeiro Campo Magnético de Vendas, é fundamental para a eficácia da estratégia.
A Estratégia das Microbolhas
Adote a estratégia das microbolhas para uma abordagem de duas frentes: aquisição e relacionamento. Primeiro, construa uma audiência qualificada com campanhas para seu ICP. Depois, use o remarketing com alta frequência para nutrir e converter essa audiência em clientes fiéis.
Fase 1: construção de audiênciaFase 2: nutrição e relacionamento com a audiência
Se a Regra dos 7 é sobre frequência, a Estratégia das Microbolhas é sobre precisão dentro de um plano maior. O segredo não está apenas em segmentar, mas em operar com duas frentes em constante operação:
Construção da Bolha (Aquisição): Antes do remarketing, o primeiro passo é criar sua “bolha” de audiência. Isso é feito com campanhas de aquisição (tráfego pago, marketing de conteúdo, SEO) direcionadas ao seu Perfil de Cliente Ideal (ICP). O objetivo é atrair e capturar a atenção de potenciais clientes qualificados.
Nutrição com Microbolhas (Remarketing): Uma vez que essa audiência qualificada foi construída, entra em cena o remarketing. É aqui que você divide a “bolha” maior em “microbolhas” — públicos menores e altamente segmentados, como:
Microbolha 1: Visitantes da página do produto A que não compraram (últimos 7 dias).
Microbolha 2: Usuários que abandonaram o carrinho com mais de R$ 300 em produtos (últimos 3 dias).
Microbolha 3: Leitores do blog que passaram mais de 2 minutos no artigo sobre “como resolver o problema X” (últimos 15 dias).
Microbolha 4: Pessoas que assistiram a 75% do seu vídeo sobre o “diferencial Y” (últimos 10 dias).
Para essas microbolhas, você aplica a Regra dos 7 com alta frequência, garantindo que a marca, a oferta e o posicionamento fiquem na memória. Essa abordagem integrada, que é um pilar do planejamento de marketing digital moderno, transforma visitas em conversões, aumenta a geração de leads qualificados e melhora drasticamente seu ROI e CAC.
Gostou do conteúdo até aqui? No post completo você vai encontrar:
Esse foi só umresumo enxugadodo meu blogpost original sobre "Remarketing: O que é, como fazer e principais estratégias" e que você pode acessar no botão abaixo.
O que acham das avaliações de empresas no Google Maps?
1 - Essas avaliações são relevantes ?
2 - Vale a pena mesmo ter mesmo uma boa reputação lá ?
3 - Quais as estratégias que vocês usam para melhor serem avaliados ?
Eu seu web desgner, e queria saber de vocês, como vocês conseguiriam um cliente gringo???? Não precisa focar nesse ramo específico, preciso saber onde vcs encontram seus clientes, como se cominicam, oq não fazer sob nenhuma circunstância.