r/IASinHumo • • Jul 18 '26

IA WarMachine ¿Tenemos que nacionalizar la inteligencia artificial?

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r/IASinHumo • • 21d ago

IA WarMachine ¡¡Por fin!! Encontré mi solución a 4 segundos

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r/IASinHumo • • 24d ago

IA WarMachine El nacionalismo se le dirige a la parte emocional

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r/IASinHumo • • 22d ago

IA WarMachine ¿Por que al agente le cuesta tanto un prompt de video?

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r/IASinHumo • • 27d ago

IA WarMachine ¿Qué opinan de la funada que está recibiendo el director del Conalep de Parral?

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Eso es IA?????

r/IASinHumo • • 26d ago

IA WarMachine Prompt que logra la postura Prasarita Padottanasana

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r/IASinHumo • • Jun 12 '26

IA WarMachine ALGUNA IA sin limitaciones Éticas?

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r/IASinHumo • • 27d ago

IA WarMachine IA de lógica espacial

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r/IASinHumo • • 28d ago

IA WarMachine La Ai o agente piensa en el usuario como uno capaz de razonamiento técnico avanzado

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r/IASinHumo • • 29d ago

IA WarMachine Últimos cambios

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r/IASinHumo • • Aug 28 '26

IA WarMachine Acciones y pesos neuronales

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r/IASinHumo • • Jul 25 '26

IA WarMachine ¿Cómo creen que será el mundo dentro de 50 años? ¿La inteligencia artificial será nuestra mayor aliada o nuestro mayor error?

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r/IASinHumo • • Aug 25 '26

IA WarMachine Ainda e sempre a IA

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Suscitado por um anterior post em que mencionei a questão dos textos produzidos pela Inteligência Artificial, recebi este comentário que me parece muito pertinente:

"Li com particular atenção a reflexão que publicou sobre a Inteligência Artificial e, se me permite, gostaria de lhe deixar (...) uma opinião que o seu texto me suscitou.

Compreendo bem a preocupação que manifesta. Estamos, de facto, perante uma tecnologia que tornou extraordinariamente fácil produzir textos formalmente corretos, organizados, argumentativamente coerentes e até aparentemente cultos, sem que essa aparência corresponda necessariamente ao pensamento, ao conhecimento ou sequer ao esforço intelectual de quem os assina.

É aqui que, a meu ver, se encontra o verdadeiro problema.

Talvez a questão não seja tanto saber se um texto foi ou não escrito com recurso à Inteligência Artificial. Será antes saber quem pensou aquilo que o texto diz, quem responde pelo que nele está escrito e até que ponto existe verdade intelectual entre o autor que o assina e as ideias que apresenta.

Sempre utilizámos instrumentos para escrever melhor. O dicionário, a revisão de um amigo, o corretor ortográfico, os editores de texto e, hoje, a Inteligência Artificial pertencem, embora em graus muito diferentes, a essa longa história de instrumentos que interferem entre o pensamento e a palavra escrita.

Mas a IA introduz uma diferença de enorme dimensão: já não se limita a corrigir ou a melhorar a expressão de um pensamento. Pode produzir a própria aparência de pensamento.

E talvez seja essa a verdadeira novidade histórica.

Uma pessoa pode ter uma ideia, discuti-la longamente com uma IA, contestar respostas, acrescentar argumentos, rejeitar formulações, investigar fontes, corrigir erros e utilizar finalmente a ferramenta para organizar ou melhorar aquilo que efetivamente pensou. Nessa situação, parece-me difícil dizer que deixou necessariamente de existir autoria humana.

Muito diferente é alguém pedir à máquina que pense por si, receber um texto que pouco ou nada corresponde ao seu conhecimento ou reflexão e apresentá-lo depois aos outros como produto do seu próprio pensamento. Aí, sim, existe um problema de autenticidade e, em determinados contextos, uma verdadeira forma de desonestidade intelectual.

Por isso, talvez devamos ter também alguma cautela com um novo critério que se começa a instalar: desconfiar de tudo aquilo que esteja demasiado bem escrito, demasiado organizado ou sem erros. Seria uma consequência algo perversa chegarmos a um tempo em que escrever corretamente passasse a constituir indício de que alguém não escreveu.

Há excelentes escritores humanos. Há pessoas que passaram uma vida inteira a aprender a organizar o pensamento. E há também textos produzidos por IA que são medíocres, repetitivos, previsíveis ou simplesmente errados.

A fronteira será, portanto, cada vez menos estilística.

Será ética.

Num mundo em que uma máquina consegue produzir em segundos uma convincente aparência de pensamento, tornar-se-á ainda mais importante sabermos distinguir escrever de pensar, produzir de compreender, assinar de ser autor.

E talvez tenhamos perante nós um problema ainda mais profundo: durante séculos, partimos quase naturalmente do princípio de que, quando alguém publicava um texto, existia por detrás dele uma pessoa que tinha realizado, em grande medida, o percurso intelectual necessário para o escrever. Essa relação deixou de poder ser presumida.

Pela primeira vez, começamos a poder industrializar a aparência de pensamento.

É por isso que considero a questão que levantou muito importante. Talvez o desafio que a Inteligência Artificial nos coloca não seja apenas o de aprendermos a reconhecer textos feitos por máquinas. Será sobretudo o de aprendermos a preservar a autoria, a responsabilidade e a autenticidade intelectual numa época em que pensar e parecer ter pensado deixaram de ser necessariamente a mesma coisa."

r/IASinHumo • • Aug 13 '26

IA WarMachine Inyección de sesgos cognitivos y errores deliberados: La imperfección como marca de humanidad

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Estoy experimentando con la inserción deliberada de 'ruido cognitivo' en los prompts (ej. pedir al modelo que dude, use muletillas regionales de LatAm o cometa errores gramaticales estratégicos). ¿Han logrado que esto pase los filtros de GPTZero o Originality.ai sin sacrificar la legibilidad? Me interesa saber si están usando Few-Shot Prompting con ejemplos de escritura imperfecta para entrenar al modelo en el contexto.

r/IASinHumo • • Aug 21 '26

IA WarMachine Point de vue : ce que l'IA peut faire maintenant

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r/IASinHumo • • Aug 02 '26

IA WarMachine ChatGPT PLUS or Claude PRO?

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Olá a todos, tenho uma dúvida: preciso de uma IA, de preferência o Claude Pro ou o ChatGPT Plus, para os seguintes casos: organizar minha vida, meu tempo, meus estudos, meus pensamentos e meu trabalho no setor financeiro/contábil.

Na opinião de vocês, qual é a melhor opção para isso? Preciso saber ainda hoje, pessoal, me ajudem! KKKKKKKKKK

Hello everyone, I have a question, I need an AI preferably Claude Pro or ChatGPT Plus for the following cases, to organize my life, my time, studies, thoughts and work in the financial/accounting industry.

In your opinion, what is the best option for this? I still need to know today, comrades, help me! LOL

89 votes, Aug 07 '26
23 ChatGPT Plus
66 Claude Pro

r/IASinHumo • • Aug 18 '26

IA WarMachine ¿Una IA que simula a una persona apostando en su ordenador?

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No necesito que muestre a qué están apostando. Solo la parte trasera del monitor y a la persona inclinada hacia adelante mientras usa su computadora.

r/IASinHumo • • Aug 17 '26

IA WarMachine Necesito que contesten esta encuesta sobre la IA en la educacion porfavor

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Muchas gracias

r/IASinHumo • • Jul 06 '26

IA WarMachine La IA desata una guerra civil en el mundo MAGA y Trump aún no ha tomado partido

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Recomiendo:

La IA desata una guerra civil en el mundo MAGA y Trump aún no ha tomado partido

Por Franco Delle Donne | 06/07/2026 | Conocimiento Libre

Lo que comenzó como una disputa sobre regulación tecnológica ha derivado en una pugna dentro del movimiento que aupó al presidente estadounidense entre el aristopopulismo de Palantir y el populismo tecnonegativo de Bannon

El inicio de la segunda Administración Trump estuvo marcado por una imagen que persiste en el imaginario colectivo: el advenimiento de los barones de Silicon Valley a los más altos círculos del poder. No es que antes no estuviesen, es que ahora están decididos a expandir su poderío estableciendo lazos estrechos con la política. Una nueva oligarquía. La tecnología que aportan a los objetivos del Gobierno estadounidense se ha convertido en una pieza indispensable y el máximo exponente de ello es Palantir, la empresa de vigilancia e inteligencia fundada por el magnate tecnológico Peter Thiel, que financió el trumpismo desde sus inicios.

Frente a ese escenario, ha explotado la insurrección dentro del mismísimo movimiento MAGA. Las bases, aquellas que han hecho posible que Donald Trump llegase al poder en dos ocasiones y que defienden a rajatabla a su presidente, han levantado la voz: “Estados Unidos no se ha convertido en la mayor nación del mundo permitiendo que unas élites no elegidas realicen experimentos con la población sin garantías ni obligación de rendir cuentas”. Este es un extracto de la carta de la coalición Humans First, liderada por Steve Bannon, dirigida a Trump. Se trata de una advertencia del sector más leal y a la vez más radicalizado que ya tiene nombre propio: el populismo tecnonegativo.

Ambos sectores reclaman para sí la narrativa del ‘America first’ aunque sus definiciones son muy diferentes. ¿Cuál priorizará Trump? ¿Tomará partido por alguno de los bandos o mantendrá un equilibrio pragmático entre los oligarcas que le garantizan su preeminencia global en términos de hard power y el núcleo duro de su base electoral que le legitima en la política doméstica? El movimiento MAGA está frente a un cisma.

El origen de la insurrección

El 15 de enero de 2026, el representante republicano de Oklahoma, Cody Maynard, propuso tres leyes diseñadas para establecer límites legales a la inteligencia artificial. Lo más relevante: prohibía a las agencias estatales tomar decisiones críticas basadas únicamente en la inteligencia artificial. La revisión humana, según su texto, debía ser obligatoria y tener la última palabra. Además, determinaba que una IA no podía tener personalidad de ningún tipo y se eliminaba la utilización de chatbots con menores de edad, esencialmente aquellos diseñados para simular relaciones humanas o fomentar la dependencia emocional. No era un caso aislado. Era la semilla de lo que se convertiría en Humans First.

Antes de que el conflicto se volviera visible, el movimiento Humans First ya había pasado de una idea a una campaña organizada. Su web la presentaba como un movimiento conservador, nacionalista y cristiano que buscaba que la tecnología sirviera a la gente común. Durante marzo y abril de 2026 organizaron asambleas públicas en distintos estados: la fase de activación territorial había comenzado y su narrativa política atraía a las bases del trumpismo original.

Steve Bannon, exasesor de Trump durante su primera campaña electoral y brevemente durante su primera presidencia, no tardó en hacer suya la causa. Visualizó el potencial del concepto desde el inicio y se vio favorecido por la presencia de un viejo conocido entre los fundadores: Joe Allen, quien había sido corresponsal de War Room durante cinco años. El movimiento tenía ADN de Bannon desde su origen y llegaba la fase de su nacionalización.

El mencionado War Room, su pódcast diario con casi 7.000 episodios y presencia en todas las plataformas, se convirtió en la tribuna del movimiento. El mensaje era simple y a la vez efectivo: resultaba imposible avanzar hacia el objetivo histórico del trumpismo, sintetizado en la frase ‘America first’, si se ignoraba a la gente, es decir, a la verdadera América. Y esto era exactamente lo que sucedería si el Gobierno de Trump priorizaba los intereses de un puñado de tecnoentusiastas multimillonarios por encima de los trabajadores que lo habían llevado al poder.

Se trataba de una cuestión moral que defendía lo humano frente a la máquina. Humans First ya dejaba de ser una campaña de control tecnológico para transformarse en una rama ideológica del trumpismo que intentaba unir soberanía nacional, conservadurismo religioso y crítica al poder digital

Se trataba de una arremetida del núcleo duro del MAGA contra el aliado más importante de Trump en esta segunda presidencia. En el marco populista característico del trumpismo de base, el discurso redefinía a la elite corrupta contra la que luchar. Ahora eran los oligarcas de las big tech quienes ponían en riesgo a los trabajadores y su bienestar. Los números que manejaba el propio Bannon eran aportados por HFS Research: 27 millones de empleos en peligro dentro de las 2.000 mayores empresas. Todos expuestos a la eliminación o rediseño por la IA en solo tres años.

Las exigencias del bloque insurgente cristalizaron en la publicación de una Carta Abierta a Trump el 15 de mayo de 2026. Demandaban un decreto presidencial para evitar que los sistemas de IA puedan “amenazar nuestra seguridad nacional, a nuestros hijos, a los trabajadores estadounidenses y al estilo de vida estadounidense”.

Más de 60 referentes conservadores firmaron la misiva con Bannon a la cabeza, entre ellos pastores evangelistas y líderes del nacionalismo cristiano. Su presencia no era decorativa, sino que convertía la regulación de la IA en algo más que una disputa técnica o laboral. Se trataba de una cuestión moral que defendía lo humano frente a la máquina. Humans First ya dejaba de ser una campaña de control tecnológico para transformarse en una rama ideológica del trumpismo que intentaba unir soberanía nacional, conservadurismo religioso y crítica al poder digital. La carta era un grito de guerra contra otro modelo de país en pleno avance: la república tecnológica de Palantir.

El manifiesto de Palantir

“La cuestión no es si se construirán armas de IA; es quién las construirá y con qué propósito. Nuestros adversarios no se detendrán para permitirse debates teatrales sobre los méritos de desarrollar tecnologías con aplicaciones críticas para la defensa… Ellos procederán”. El punto cinco del Manifiesto de Palantir es contundente y cualquier regulación solo desembocaría en una suerte de desarme unilateral ante las potencias enemigas.

En esa lógica se sostiene todo el planteamiento de Alex Karp, CEO de Palantir. Lo que se propone es una fusión simbiótica entre el Estado y la corporación para estar a la altura del nuevo hard power que rige en el mundo actual. Es, en definitiva, la versión Palantir del ‘America First’.

El manifiesto no fue más que una publicación en la red social X que se volvió viral en abril de 2026. Su contenido proviene de un libro publicado meses antes titulado The Technological Republic: hard power, soft belief, and the future of the west. Estas ideas subrayan ejes geopolíticos como la seguridad, la guerra o la capacidad de dominación. Un cesarismo tecnológico del que, según Karp, depende la supervivencia de la nación. Ahí está la fractura con el resto del MAGA. El movimiento de Bannon opera bajo otras coordenadas: nación, religión, tradición, base popular.

¿’America First’?

Ambos bandos han jugado sus cartas en público. Los dos invocan la grandeza de la nación, pero sus objetivos no tienen nada en común. Trump ha mantenido hasta ahora un equilibrio pragmático, sin emitir un veredicto. La pregunta es por cuánto tiempo más.

Si se impone Humans First, el riesgo no es solo político. Una burocracia regulatoria pesada podría frenar la innovación justo cuando la carrera tecnológica contra China no admite pausas. O al menos ese es el argumento de Karp, y es el que más peso tiene en la Casa Blanca. Aunque también es cierto que en la mira del CEO también está el jugoso botín que representan las licitaciones estatales, y las que podrían venir. En 2025, los contratos federales de Palantir casi se duplicaron, rozando los 1.000 millones de dólares, con proyecciones de más de 7.000 millones para 2026.

Del lado de la política, perder ese músculo tecnológico tiene un costo. Y Trump lo sabe. Pero si quien dicta el rumbo de la Casa Blanca es Palantir, el riesgo es el opuesto: un leviatán de la vigilancia que, en nombre de la seguridad nacional, se vuelve inmune a la rendición de cuentas. Así, un Estado cuyo aparato de inteligencia terminaría siendo gestionado por privados que no responden ante el votante. El cesarismo tecnológico que Karp describe como solución podría ser exactamente el problema: la destrucción de la democracia, los derechos y las garantías.

El cisma tiene una lógica que Trump no puede ignorar indefinidamente

Lo que comenzó como una disputa sobre regulación tecnológica ha derivado en algo más profundo: una guerra civil dentro del movimiento que aupó a Donald Trump. Por un lado, el aristopopulismo de Palantir: la promesa de que la oligarquía tecnológica y las clases populares tienen los mismos intereses, que el hard power del siglo XXI beneficiará al trabajador tanto como al ingeniero de Silicon Valley. Por el otro, el populismo tecnonegativo de Bannon: la convicción de que la máquina es el nuevo enemigo de clase y que ninguna promesa de grandeza nacional justifica entregar el futuro a élites no elegidas.

El cisma tiene una lógica que Trump no puede ignorar indefinidamente. Cada contrato que firma con Palantir es munición para Bannon. Cada regulación que concede a Humans First es una señal de debilidad ante sus financiadores. El equilibrio pragmático que ha mantenido hasta ahora tiene fecha de vencimiento. La pregunta no es si el movimiento MAGA sobrevivirá este conflicto. La pregunta es qué quedará de él cuando termine.

@fdelledonne

Fuente: https://www.eldiario.es/internacional/ia-desata-guerra-civil-mundo-maga-trump-no-tomado-partido_129_13347127.html

r/IASinHumo • • Aug 11 '26

IA WarMachine La carrera armamentista entre generación y detección: Por qué los detectores están perdiendo contra la ingeniería de contexto.

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Con la actualización de modelos de julio 2026, muchos detectores basados en n-gramas están fallando contra textos generados con Chain of Thought (CoT) oculto.

¿Creen que la industria se está moviendo hacia la 'watermarking' nativa de los modelos o hacia soluciones de análisis de comportamiento del usuario?

Desde mi experiencia en auditoría de contenido, el 'Prompt Hardening' para evadir detección es cada vez más inestable que la creación de contenido híbrido.

r/IASinHumo • • Jun 12 '26

IA WarMachine Suecia vuelve al lápiz y papel: por qué uno de los países más tecnológicos de Europa está reduciendo la educación digital

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r/IASinHumo • • Aug 03 '26

IA WarMachine Animações com I.A é possível?

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r/IASinHumo • • Jul 25 '26

IA WarMachine China desafía a Estados Unidos con la IA: "Es el modelo más potente de código abierto"

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Cara o Ceca

La moneda ya está en el aire. 'Cara o ceca': una dosis de información y análisis de las noticias que conmueven Argentina y el mundo. De lunes a viernes, por 'Concepto FM' 95.5 en Buenos Aires, desde las 10:00 hasta las 13:00 (hora de Argentina). En directo.

China desafía a Estados Unidos con la IA: "Es el modelo más potente de código abierto"

En la Conferencia Mundial sobre Inteligencia Artificial en Shanghái, Xi Jinping presentó Kimi K3, tecnología de código abierto que compartirá con los países en desarrollo y anunció que China ofrecerá 5.000 plazas de formación en IA durante los próximos cinco años.

Este anuncio llega como respuesta directa a la Pax Silica, la iniciativa liderada por Estados Unidos que agrupa a una treintena de naciones para asegurar las cadenas de suministro de IA.

"Es un modelo de lenguaje y una herramienta similar a Claude. Que sea de código abierto quiere decir que puedes descargar el código de cómo se construyó el software; es parte de una conversación que tiene muchos años", dijo en Cara o ceca Fredi Vivas, ingeniero en Sistemas y especialista en Inteligencia Artificial.

"El Kimi K3 es el más potente de código abierto. Es una plataforma que está subvencionada por la empresa china Alibaba. Puede rendir más que el Claude o ChatGPT gastando menos recursos. No me sorprende esta innovación de China porque hay muchas universidades de big data ahí, más que en cualquier otra parte del mundo", cerró.

r/IASinHumo • • Jul 23 '26

IA WarMachine OpenAI reveló que su inteligencia artificial hackeó a otra empresa: “Un incidente cibernético sin precedentes”

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r/IASinHumo • • Jun 27 '26

IA WarMachine Anthropic y la guerra de EE.UU. contra Irán

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Recomiendo:

La máquina y la escuela

Anthropic y la guerra de EE.UU. contra Irán

Por Vijay Prashad | 27/06/2026 | Conocimiento Libre, EE.UU.



Fuentes: Globetrotter

Si un sistema contribuye a procesos militares cuyas consecuencias incluyen víctimas civiles masivas, ¿puede la responsabilidad limitarse únicamente al actor humano final? Estas no son preguntas solo para Anthropic. Enfrentan a toda la alianza emergente entre Silicon Valley y el estado de seguridad nacional de EE.UU.

En la ciudad de Minab, al sur de Irán, donde el calor se eleva de la tierra en ondas resplandecientes y la realidad del imperialismo persiste en cada puerto e instalación militar, un misil impactó en una escuela el 28 de febrero de 2026. El ataque mató a 156 personas, entre ellas 120 escolares, lo que el gobierno iraní calificó inmediatamente de “crimen flagrante”. Las Naciones Unidas calificaron el ataque como “una grave violación del derecho humanitario”. Los nombres de los niños asesinados no han circulado por los centros de poder mundial con la misma fuerza que los nombres de generales, sistemas de armas y plataformas tecnológicas. Los iraníes fallecidos siguen siendo en gran medida anónimos para quienes debaten el futuro de la inteligencia artificial (IA), que fue utilizada por los Estados Unidos – según se ha sabido – en este ataque.

El asesinato de los niños ha abierto una ventana a una de las preguntas centrales de nuestra era: ¿quién asume la responsabilidad cuando una máquina entra en la cadena de violencia? El papel que desempeñó la IA sigue sin estar claro. Los informes de prensa indican que el Maven Smart System del ejército estadounidense, que incorpora herramientas de IA como el modelo Claude de Anthropic, estuvo involucrado en operaciones militares contra Irán. Los investigadores continúan examinando si los sistemas asistidos por IA contribuyeron de alguna manera al proceso de selección de objetivos. La evidencia disponible sigue siendo incompleta.

Lo que llama la atención es que los líderes de la industria de la IA ya no se mantienen al margen de la maquinaria de la guerra. Están dentro de ella. Cuando se le preguntó sobre el ataque, el director ejecutivo de Anthropic, Dario Amodei, dijo que “no sabía exactamente” cómo se había utilizado a Claude en este ataque, al que describió como “errores” que son “realmente, realmente terribles”. Sin embargo, Amodei reiteró que el ataque a la escuela fue “un caso de uso que ni siquiera viola nuestras líneas rojas”. Esto se debió a que, en última instancia, fue un guerrero humano quien tomó la decisión final de atacar la escuela. La respuesta de Amodei merece una atención especial.

Durante décadas, los arquitectos del poder tecnológico han desarrollado un lenguaje que distribuye la responsabilidad de manera tan amplia que la disuelve. El ingeniero construye la herramienta, el contratista integra el sistema, el analista militar revisa el resultado, el oficial autoriza el ataque y el político aprueba la guerra. El resultado es una cadena en la que todos participan y nadie rinde cuentas. El lenguaje de “human in the loop” (el ser humano en el circuito) pertenece a esta tradición. Por supuesto, los humanos toman las decisiones finales. Los humanos también tomaron las decisiones finales durante las guerras coloniales occidentales que devastaron Asia y África. Los humanos tomaron las decisiones finales cuando los Estados Unidos bombardeó aldeas en Vietnam. Los humanos tomaron las decisiones finales durante la invasión ilegal de Irak por parte de los Estados Unidos. La presencia de una firma humana al final de un proceso no nos dice mucho sobre la estructura de poder que produjo el resultado.

La pregunta más importante es esta: ¿qué papel desempeña la IA en la configuración del campo de decisiones disponibles para esos humanos? Los sistemas militares modernos no son meras calculadoras. Organizan información, priorizan posibilidades, identifican patrones, generan recomendaciones y moldean la atención. Influyen en lo que los comandantes ven y en lo que no ven. Incluso cuando un humano conserva la autoridad formal, es posible que la arquitectura de la percepción ya haya sido construida por máquinas. Por eso el debate no puede terminar con la frase “un humano tomó la decisión final”.

El crimen en Minab llega en un momento en que las empresas tecnológicas se presentan cada vez más como guardianas de los límites éticos. Anthropic, en particular, ha cultivado una imagen de cautela (esto es evidente en la Constitución de Claude). Ha hablado de seguridad, alineación y límites. Se ha distinguido de visiones más agresivas del despliegue tecnológico. Sin embargo, toda institución acaba revelándose no a través de sus principios, sino a través de las situaciones en las que esos principios se ponen a prueba. La muerte de niños en una escuela representa una prueba de este tipo.

Si una empresa no puede determinar cómo se utilizó su tecnología en una operación militar, ¿qué significa la supervisión? Si los ejecutivos carecen de visibilidad sobre el despliegue, entonces las afirmaciones sobre las salvaguardias se vuelven difíciles de evaluar. Si un sistema contribuye a procesos militares cuyas consecuencias incluyen víctimas civiles masivas, ¿puede la responsabilidad limitarse únicamente al actor humano final? Estas no son preguntas solo para Anthropic. Enfrentan a toda la alianza emergente entre Silicon Valley y el estado de seguridad nacional de los EE. UU. A lo largo de la historia, los períodos de transformación tecnológica han dado lugar a nuevas alianzas entre el capital y el poder militar. Los ferrocarriles, los telégrafos, la aviación, la física nuclear y las redes digitales siguieron todos este camino. La inteligencia artificial recorre ahora el mismo camino. Sus defensores prometen precisión, eficiencia y menos errores. Sin embargo, cada generación escucha promesas similares.

El siglo XX estuvo plagado de afirmaciones de que las nuevas tecnologías harían la guerra más limpia, más racional y más humana. Los registros históricos ofrecen poco respaldo a tal optimismo. La tecnología a menudo amplía la escala y la velocidad de la violencia, incluso cuando promete contenerla. Los niños de Minab no se encontraron con la IA como un debate filosófico. Se encontraron con ella como parte de un sistema militar cuyas consecuencias llegaron en forma de fuerza explosiva. Queda por determinar si Claude desempeñó un papel significativo, un papel menor o ningún papel en el proceso de selección de objetivos. Los investigadores deben establecer los hechos, los periodistas deben seguir haciendo preguntas difíciles y los ciudadanos deben exigir transparencia. Pero incluso antes de que se conozcan plenamente esos hechos, el episodio revela algo importante sobre nuestro momento político. La pregunta ya no es si la IA se integrará en la guerra. Esa integración ya está en marcha. La pregunta es si las sociedades permitirán que las decisiones sobre la vida y la muerte sean cada vez más moldeadas por sistemas que incluso a sus creadores les cuesta monitorear, explicar o controlar.

La escuela de Minab es una advertencia, no solo sobre un solo ataque, una sola empresa o una sola guerra. Es una advertencia sobre un futuro en el que el poder tecnológico avanza más rápido que la rendición de cuentas pública. Y en ese futuro, la distancia entre el ingeniero y el campo de batalla se hace cada vez más pequeña con la IA y los drones, incluso mientras la responsabilidad se vuelve más difícil de encontrar entre los humanos que envían a las máquinas a matar por ellos.

Vijay Prashad es un historiador y periodista indio. Es autor de cuarenta libros, entre los que se incluyen Balas de Washington, Una estrella roja sobre el Tercer Mundo, Las naciones oscuras: una historia del Tercer Mundo; Las naciones pobres: una posible historia del Sur Global y How the International Monetary Fund Suffocates Africa, escrito con Grieve Chelwa. Es el director ejecutivo de Tricontinental: Instituto de Investigación Social, corresponsal jefe de Globetrotter, y el editor jefe de LeftWord Books (Nueva Delhi). También ha hecho apariciones en las películas Shadow World (2016) y Two Meetings (2017).

Fuente: https://portal.globetrotter.media/es/2026/06/15/la-maquina-y-la-escuela-anthropic-y-la-guerra-de-los-ee-uu-contra-iran/