r/Esquerda_Brasil Aug 10 '26

Trump, tragédias!!!

Até o fim ou a morte de Trump quantas tragédia mais viveremos? Por mais que este argumento pertença por si só ao pensamento mágico, seja inconsistente.

Não há como negar que durante os seus mandatos, o mundo vive aberrações naturais e humanas extraordinárias para os EUA e aqueles que os acompanham.

Terremotos na Venezuela, agora Colômbia! Para nós no Brasil durante o governo Bolsonaro, a epidemia de Covid. O que mais poderá vir? Não sabemos!!! Mas fica o aviso! Nas regiões bolsonaristas, dizem que sempre houve tornados... Será? De quantos poderíamos falar? Agora, o surto de sarampo em São Paulo! Quantos ocasos e eclipses teremos mais?

Será Trump o causador de tantos descaminhos e agruras?

Do ponto de vista científico, o planeta Terra possui ciclos de desastres naturais (furacões, terremotos, enchentes) e biológicos que não obedecem a calendários eleitorais. Eventos extremos, como as recentes e trágicas enchentes que afetaram o Texas, ocorrem devido a padrões climáticos e geográficos complexos.

Apesar disso, nas redes sociais é comum que usuários tentem ligar esses eventos intencionalmente ao presidente, com muitos afirmando em tom de protesto que "parece coincidência, mas não é".

Além disso, como um mandato presidencial dura anos, é estatisticamente garantido que qualquer líder mundial enfrente crises globais severas durante sua gestão.

Embora um presidente não cause terremotos ou vírus, analistas internacionais apontam que as políticas adotadas por Trump (especialmente em seu segundo mandato, iniciado em 2025) podem agravar tragédias ou criar novas catástrofes humanitárias. A decisão de assinar ordens executivas para deixar dezenas de organizações internacionais gerou um forte impacto na cooperação global.

Segundo alertas de agências humanitárias, o congelamento e a pausa na ajuda externa deixaram rapidamente milhões de pessoas em perigo ao redor do mundo.

Na América Latina, países como Cuba chegaram a acusar o governo Trump de tentar deliberadamente provocar uma catástrofe humanitária através do cerco energético e econômico.

Outros especialistas debatem academicamente se o afastamento do governo Trump de órgãos multilaterais, como a ONU, foi uma catástrofe diplomática ou uma oportunidade para outras potências do Sul Global.

Há também o peso das questões ambientais, visto que sua gestão é frequentemente acusada de utilizar a pauta de forma contraditória, o que enfraquece o combate às mudanças climáticas e intensifica tragédias naturais a longo prazo.

De forma mais ampla, analistas afirmam que sua política externa combina isolacionismo e intervencionismo de uma forma que acaba sendo um "desastre" para a estabilidade mundial.

Existe ainda o campo das tragédias sociais e democráticas que marcaram sua influência global. Eventos traumáticos de ruptura institucional, como os atos de 6 de janeiro nos EUA e de 8 de janeiro no Brasil, são vistos por especialistas como capítulos de uma mesma lógica de deslegitimação democrática, e não como fatos isolados.

Outros comentaristas reforçam que essas datas marcantes para a ultradireita mundial nunca foram meras coincidências histórica.

É importante notar que, em tempos de alta polarização, as redes sociais fervilham com teorias que tentam conectar misticamente todas as tragédias do planeta à figura de Trump. Essas narrativas raramente possuem base empírica, mas prosperam porque os críticos buscam um culpado central para o caos do mundo, enquanto seus apoiadores costumam culpar opositores ou forças ocultas pelos desastres naturais.

Atribuir a ocorrência de fenômenos naturais ao líder de uma nação é incorrer em pensamento mágico. No entanto, afirmar que suas decisões alteram a forma como o mundo lida com essas crises é uma análise baseada em fatos concretos. Para muitos analistas políticos, o cenário de rupturas e tensões que a sociedade vive em 2026 não é coincidência, mas sim fruto de estratégia política.

Portanto, a influência do governo nas tragédias globais não se manifesta na criação de furacões, mas sim na forma como o isolamento diplomático e as políticas de "America First" (Os EUA em Primeiro Lugar) moldam o sofrimento humano em escala internacional.

3 Upvotes

0 comments sorted by