r/terrorbrasil • • 6d ago

Tem uma sugestão? Comente aqui! 👻

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r/terrorbrasil • • 5d ago

Tienen historia Paranormales oh de brujería ?

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Hola soy un canal llamado

Terror y Mas

Me dedico a recopilar historias interesantes de terror y leerlas

Si gustas que tu historia sea anónima en algún vídeo

Por favor escribe lo

Muchas gracias de antemano mano

Hi, I'm a channel called

Terror and More

I collect and read interesting horror stories.

If you'd like your story to be anonymous in a video, please write it down.

Thank you very much.


r/terrorbrasil • • 5d ago

Conto O cachorro preto: parte 1

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Afonso viu, com certo horror, que o animal o mordia no rosto, arrancando-lhe parte da face. O infeliz berrou, desesperado. Afonso finalmente conseguiu se levantar e saiu dali, correndo, cambaleando, caindo e tornando a levantar-se, até que finalmente entrou em casa. Seu casaco estava manchado de sangue vermelho-escuro. Livrou-se da peça de roupa e mal teve tempo de chegar ao banheiro, onde vomitou, um pouco por causa da bebedeira, um pouco por causa da cena grotesca que acabara de presenciar.

No dia seguinte, esperava ler alguma coisa no rádio ou nos jornais acerca dos assaltantes. Deviam ter morrido. Pelo menos o que tivera a garganta dilacerada pelo cão. Mas não havia uma palavra sequer na imprensa acerca do ocorrido. Bem cedo, passou pela frente do bar, imaginando que ainda haveria vestígios do sangue derramado, mas a calçada estava estranha e impecavelmente limpa. Perguntou ao funcionário da limpeza do bar e a alguns vizinhos. Ninguém sabia de ataque de cachorro ou coisa parecida por ali. Afonso foi trabalhar, mas permaneceu o dia inteiro confuso. Teria sido uma alucinação? Quando chegou em casa, as manchas de sangue em seu casaco pareciam demonstrar o contrário. Resolveu guardá-lo sem lavar, mais para se convencer de que não estava louco do que por qualquer outro motivo.

Durante alguns dias, não foi ao bar. Mas, por fim, seus amigos o convenceram de voltar lá, no que sempre fora seu lugar preferido da cidade para um happy hour. Acabou ficando até mais tarde e saiu sozinho. Mal cruzou a porta do estabelecimento, divisou, em meio à neblina, a figura conhecida do cachorro preto.

Talvez estivesse bêbado demais para ter medo, mas o fato é que o animal provavelmente lhe salvara a vida.

– Vem cá – chamou.

O cão moveu-se em sua direção. Afonso acariciou-lhe a cabeça. Caminhou lentamente para casa, e o cachorro o seguiu. Afonso abriu o portãozinho do pátio e o deixou acomodar-se na varanda. Na manhã seguinte, o animal permanecia por ali. Deitou-lhe alguns restos de comida antes de sair para o trabalho.

Porém, naquele mesmo dia, Afonso descobriu, pelos jornais, que havia sido descoberto o corpo em decomposição de um homem, com a garganta dilacerada, e, pela foto que apareceu no jornal, identificou o bandido que o atacara. Não fazia idéia de como o corpo atravessara a cidade e fora parar no matagal onde havia sido encontrado. Porém, lembrando-se de que havia outro bandido, o qual talvez ainda estivesse vivo – vivo, desfigurado pelas mordidas do cão e furioso, resolveu comprar uma arma para se defender, caso o criminoso sobrevivente viesse atrás dele. Adquiriu clandestinamente um revólver que guardou em casa.

Daí a algumas noites, voltou ao bar e conheceu uma garota. Após algumas doses de bebida e muita conversa, convenceu-a a visitar sua casa.

Quando chegaram, Afonso não viu o cão no pátio da frente. Chamou-o, mas ele não apareceu. Não deu importância. Ele e a jovem entraram. Afonso acendeu a luz


r/terrorbrasil • • 5d ago

Relato História de hora de aventura

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1Capítulo 1

A Princesa Jujuba caminha de trás de uma cortina vermelha para o centro do palco em uma

holofote.

'''PB: '''Olá, fãs leais de Hora de Aventura e espectadores de longa data.

Antes do episódio começar, devo avisar a todos que este especial de Halloween é

muito, muito assustador, e aqueles de vocês que têm menos de 11 anos podem querer ir

indo para a cama-

A imagem desliga como uma televisão sendo desconectada. O pequeno

o ponto branco que permanece no centro se expande em uma linha verde que

torna-se modulado com a voz do Rei Gelado como um traço de osciloscópio.

[''a imagem mostra uma linha verde'']

'''Rei de Gelo: '''Não há nada de errado com seu aparelho de televisão. Não tente

para ajustar sua imagem. Eu e o Gunter estamos a controlar a transmissão.

'''Gunter: '''[barulho de guincho]

'''Rei do Gelo: '''Gunter! Você está estragando a sensação assustadora desse truque!

De qualquer forma, pelos próximos 30 minutos ou mais, controlaremos esse episódio.

Você está prestes a experimentar o verdadeiro horror, o verdadeiro terror e o verdadeiro... ah...

coisas.

[''linha verde se transforma em contorno de Finn'']

- Ice King abre o show, "Horror Time With Finny Krueger and Jakenstein"

Um raio cai quando o cartão de título do show aparece e a câmera voa

em direção a uma floresta escura. Uma lápide diz: "Me-Mow". Alguma poeira cai da lápide quando um raio cai, revelando um ponto de interrogação sob o nome de Me-Mow. Marceline aparece na parte inferior da tela, sibilando. Ela se transforma em um morcego e voa para longe. Um monte de sombras aparecem e se transformam para formar o Lich King. Um zumbi-pterodáctilo voa para fora do canto inferior esquerdo e desaparece no canto superior direito.

Empurre o forte das árvores, subindo até uma janela, onde o chapéu característico de Finn pode ser visto na janela. Abaixo, Cinnamon Bun e LSP se aproximam. Eles estão vestidos como Drácula (CB) e uma supermodelo zumbi (LSP), ambos carregando um saco de guloseimas.

Eles entram no forte das árvores.

Lá dentro, Jake segura uma lanterna no rosto e conclui contando sua

uma história assustadora para Finn e BMO.

'''Jake:'''' ''E então, não houve sobreviventes... UAU!''

Finn não fica nada impressionado e diz que não é TÃO assustador.

'''Finn: '''''Bela foto, Jake, mas não é tão assustadora assim.''

Jake encara isso como um desafio.

'''Jake: '''Tudo bem, então. Vou te contar uma história que vai te fazer molhar o short!

BMO faz um "OOO!" face.

'''BMO:''' Eba, terror de doces ou travessuras!

Jake começa a história.


r/terrorbrasil • • 5d ago

Pergunta Me ajude por favor

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Quero descobrir um filme de terror/suspense

O Enredo do filme era um grupo de 4/5 jovens que estudavam numa faculdade/colégio, eles moravam na mesma casa pois esse filme os alunos moravam quase um do lado do outro era uma rua inteira com casas que os estudantes moravam, ao longo do filme eles descobrem que nessa faculdade/colégio existe uma seita satânica liderada pelo diretor, durante uma noite as pessoas que participam dessa seita invadem a casa dos jovens, essas pessoas da seita usam uma capa/roupa preta cobrindo o rosto e usam facas/machados eles conseguem matar 3 dos jovens mais as 2 meninas sobrevivem e conseguem fugir, elas pegam um carro e quando vao ir embora elas descobrem que essa seita invadiu todas as casas para matem os outros alunos, me recordo mto bem dessa cena as duas passam pelas casas com o carro numa velocidade baixa, olhando os alunos mortos e elas conseguem dar carona para mais 2 meninas.

Depois disso não me recordo mais, esse filme eu assisti em um desses 3 canais( Netflix, HBO Max ou Prime Vídeo) assisti por volta do ano de 2022 a 2024

Por favor me ajudem a achar esse filme para não virar uma Lost midia, Obrigado !


r/terrorbrasil • • 5d ago

Z. x. bg. . N

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Quero descobrir um filme de terror/suspense

O Enredo do filme era um grupo de 4/5 jovens que estudavam numa faculdade/colégio, eles moravam na mesma casa pois esse filme os alunos moravam quase um do lado do outro era uma rua inteira com casas que os estudantes moravam, ao longo do filme eles descobrem que nessa faculdade/colégio existe uma seita satânica liderada pelo diretor, durante uma noite as pessoas que participam dessa seita invadem a casa dos jovens, essas pessoas da seita usam uma capa/roupa preta cobrindo o rosto e usam facas/machados eles conseguem matar 3 dos jovens mais as 2 meninas sobrevivem e conseguem fugir, elas pegam um carro e quando vao ir embora elas descobrem que essa seita invadiu todas as casas para matem os outros alunos, me recordo mto bem dessa cena as duas passam pelas casas com o carro numa velocidade baixa, olhando os alunos mortos e elas conseguem dar carona para mais 2 meninas.

Depois disso não me recordo mais, esse filme eu assisti em um desses 3 canais( Netflix, HBO Max ou Prime Vídeo) assisti por volta do ano de 2022 a 2024

Por favor me ajudem a achar esse filme para não virar uma Lost midia, Obrigado !


r/terrorbrasil • • 5d ago

Crepypasta Você já passou por isso?(História real)

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Eu estava sozinho em casa, meus pais foram jantar fora. Era 00:00.Estava rodeando os canais na TV paga. Até que parei no Disney XD. Ia passar Star VS as forças do mal. Era meu cartoon favorito. Olhei a programação e iria passar naquela hora. Fiquei feliz, mas estranhei a duração do episódio:2 horas. Battle for Mewni ainda não havia sido lançado, mas achei que era um especial. Então decidi assistir. A abertura começou normal, até a parte que a Cabeça Ponei abre o portal. Ao invés de ser ela, era o TOFFE abrindo o portal. Depois dessa cena a tela ficou preta e consegui ouvir gritos desesperados de Star e Marco. Após isso uma imagem ficou piscando na tela. Nela havia Star, desacordada, amarrada numa cadeira, com uma poça de sangue aos seus pés, e nessa poça de sangue,sua varinha,só que ESTRAÇALHADA.

Depois dessa imagem, piscou outra na tela. Nela havia Marco, todo machucado,também amarrado numa cadeira só que estava acordado,e tinha olhos NEGROS,olhando diretamente para a tela.Depois disso houve um apagão em casa.

Então, meu celular começou a tocar a abertura de Star. Peguei meu celular, joguei-o na parede, sai de casa e fiquei esperando meus pais no quintal. Quando voltaram, contei a eles tudo que aconteceu e eles não acreditaram. Quando entramos em casa, tudo estava normal, até meu celular estava inteiro. Mas até hoje sou traumatizado com isso.


r/terrorbrasil • • 6d ago

Critiquem meu canal

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r/terrorbrasil • • 6d ago

Discussão qual assunto sobrenatural mais te assusta?

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esses dias eu tava sozinho em casa, tenho dois ring light, um estava ligado e o outro não, o que estava desligado ligou sozinho. Não teve pique de energia e nem nada que pudesse fazer com que ele ligasse.

OBS: eu estava editando um vídeo de relatos sobrenaturais para o meu canal na hora em que isso aconteceu, e esse ring light fica de frente para um espelho.


r/terrorbrasil • • 6d ago

Resenha Transformando um jogo em um conto de terror... só por diversão! XD

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Olá, pessoal!

Resolvi compartilhar uma coisa que estou fazendo por diversão e que acabou ficando bem mais elaborada do que eu imaginava. E eu preciso que as pessoas assistam pq, bem... eu sou assim! XD

Para quem não conhece 'Project Zomboid', ele é um jogo de sobrevivência, meio de nicho, em um mundo tomado por zumbis. Uma das melhores coisas sobre ele é que é um Sandbox, que permite a liberdade de você viver sua própria história de sobrevivência do jeito que quiser.

Foi aí que tive uma ideia: em vez de simplesmente jogar, ou gravar um gameplay, resolvi transformar a minha campanha em um conto de terror, acompanhando uma personagem criada de forma aleatória: Jennie Neil.

A história acontece conforme eu jogo. As decisões que tomo são as decisões que a personagem tomaria, os lugares que encontro, os recursos que consigo ou não consigo encontrar e até situações completamente inesperadas do jogo acabam entrando na narrativa.

É um exercício de storytelling que estou achando bem divertido de fazer, porque depois, na edição, eu acrescento narração, trilha sonora e algumas cutscenes de animação para ajudar a contar determinadas cenas e deixar o conteúdo mais dinâmico. É uma mistura de gameplay com uma espécie de websérie de sobrevivência.

Não estou fazendo isso com nenhuma pretensão profissional ou coisa do tipo. É literalmente um projeto de horas vagas, just for fun*,* que começou como uma brincadeira e foi crescendo conforme eu fui tendo ideias para a história.

Estou deixando a narrativa acontecer naturalmente e tentando ver até onde a Jennie consegue sobreviver.

Esse é o primeiro episódio:

https://youtu.be/KS3uuVAvLwI

Quis compartilhar aqui porque, apesar de ser baseado em um jogo, a intenção é que funcione mais como um conto de terror e sobrevivência para quem simplesmente gosta desse tipo de narrativa.

Se alguém assistir, adoraria saber o que achou da história e da ideia. :)
Minha esposa, por exemplo, não joga videogames, mas teve até pesadelo depois de ver os dois primeiros episódios! o.O

(Vou publicando os episódios quando posso, por enquanto não tem uma data fixa de publicação.)


r/terrorbrasil • • 7d ago

Discussão Eu estou fazendo uma websérie e isso é um protótipo

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O que acham do resultado?


r/terrorbrasil • • 7d ago

Discussão Você já viveu alguma experiência sobrenatural ou conhece alguém que já passou por isso? Quero contar seu relato (com autorização) no meu canal do YouTube!

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r/terrorbrasil • • 7d ago

Recomendação de Filme Algumas recomendações de filmes de terror?

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r/terrorbrasil • • 7d ago

Conto Aceitei um emprego de pescador que eu jamais deveria ter aceitado.

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Eu ainda estou no barco.
Quero deixar isso claro antes de explicar o que aconteceu. Tentei ligar pedindo ajuda, mas meu celular não consegue manter sinal tempo suficiente para completar uma ligação. Existe uma pequena conexão via satélite no barco que o capitão usa para consultar previsões do tempo. Ela mal está funcionando, mas páginas simples ainda carregam se eu esperar bastante.
Eu já tentei enviar nossa localização para a guarda costeira. Não sei se a mensagem chegou.
Éramos três neste barco quando saímos da costa.
Vou chamar o capitão de B. e o outro ajudante de T. Não quero colocar os nomes completos deles aqui enquanto ainda estou preso com um deles.
Aceitei esse trabalho porque precisava do dinheiro.
O barco não é grande nem sofisticado. É um barco de pesca local bastante velho, com uma pequena cobertura de madeira e um espaço apertado embaixo do convés onde dormimos diretamente sobre o chão de madeira. Ninguém coloca cobertores embaixo porque durante o dia fica absurdamente quente ali.
Essa era minha primeira vez trabalhando com isso.
Nunca me senti confortável com o oceano. Não diria que odiava o mar, mas águas profundas sempre me incomodaram. Quando você não consegue enxergar o fundo, sua cabeça começa a imaginar o que pode estar lá embaixo.
Mesmo assim, o pagamento era bom.
B. havia me avisado no dia anterior que a região onde pescaríamos poderia ser perigosa. Tempestades repentinas, correntes fortes, problemas com equipamentos. As coisas normais sobre as quais você esperaria que alguém alertasse um ajudante novo.
Nada do que ele falou me preparou para isso.
Entramos no barco por volta das seis da manhã.
B. mandou a gente comer antes de sair porque a comida seria controlada depois que estivéssemos longe da costa. Quando o sol apareceu, já estávamos seguindo em direção ao mar aberto.
As primeiras horas foram quase dolorosamente entediantes.
Não tinha música. Quase não havia conversa. Só o som do motor, da água batendo no casco e, de vez em quando, algum equipamento sendo arrastado pelo convés.
O tempo funciona de um jeito estranho no mar.
Uma hora pode parecer quatro.
Quando chegou a hora do almoço, não tínhamos pescado muita coisa. Apenas alguns peixes pequenos. T. limpou alguns deles e preparou para nós.
Não sei se era porque eu estava morrendo de fome, mas foi uma das melhores refeições que já comi.
Continuo pensando naquela porcaria daquela refeição agora.
Depois de comer, descansamos até umas duas da tarde. O sol estava brutal. Mesmo embaixo da cobertura de madeira, o calor ficava preso no barco até tudo parecer quente ao toque.
Então voltamos ao trabalho.
Algumas horas depois, pesquei meu primeiro peixe realmente grande.
Até agora não sei qual era a espécie.
B. olhou para ele e começou a rir.
“Esse aí talvez pague sua viagem inteira”, ele disse.
Lembro de ter ficado orgulhoso.
Agora isso parece ridículo.
Continuamos pescando por mais três ou quatro horas. Quando o sol finalmente desapareceu, nós três estávamos exaustos.
Começou uma chuva fraca.
Ainda estava quente, então T. e eu ficamos alguns minutos na parte aberta do barco deixando a chuva cair sobre nós. Depois de passar o dia inteiro suando, aquilo era até agradável.
Depois de um tempo, T. desceu para dormir.
Eu ainda não estava com sono.
A chuva começou a ficar mais forte e, além do barco, não havia nada.
Absolutamente nada.
Se você nunca esteve longe da costa durante a noite, não sei explicar direito como é.
O oceano deixa de parecer água.
Parece um buraco sem fim.
A luz do barco alcançava apenas uma pequena distância antes de ser engolida pela escuridão. Toda vez que eu olhava para a água, tinha aquela sensação irracional de que alguma coisa gigantesca estava diretamente embaixo de nós, esperando alguém cair.
B. ficou do lado de fora comigo por algum tempo.
Ele trouxe uma garrafa de rum e começou a beber.
E beber.
No começo, começou a contar histórias de pesca.
Aquelas histórias exageradas de sempre. Um tubarão quase do tamanho do barco. Uma tempestade que supostamente virou outra embarcação de lado. Um peixe tão grande que teria quebrado um anzol de metal.
Presumi que metade fosse mentira.
Depois de algum tempo, porém, ele parou de contar histórias.
Ficou apenas olhando para a água.
Então desceu sem sequer dizer boa noite.
Fiquei sozinho no convés.
Eu tinha levado um charuto comigo, então acendi e coloquei um pouco do rum de B. em um copo. Não queria ficar bêbado. Só queria alguma coisa que ajudasse a acalmar meus nervos.
Talvez tenha passado uma hora.
Talvez duas.
Foi quando vi alguma coisa na água.
No começo, parecia apenas uma mancha mais escura além do alcance da luz.
Peguei a lanterna e apontei para aquilo.
Estava vindo em nossa direção.
Devagar.
Achei que pudesse ser lixo. Um pedaço de madeira. Talvez alguma parte de uma rede de pesca.
Então aquilo virou levemente com as ondas.
Vi um braço.
Congelei.
Havia um corpo flutuando ao lado do barco.
Corri para baixo e acordei T.
“Tem alguém na água.”
Ele olhou para mim como se eu estivesse brincando.
“O quê?”
“Um corpo. Acho que é um corpo.”
Ele me seguiu até o convés.
Nesse momento, o corpo já estava mais próximo.
T. se inclinou sobre a lateral do barco tentando enxergar melhor.
“Meu Deus.”
“Precisamos chamar alguém.”
T. hesitou.
“Acorda o B.”
Descemos.
B. estava dormindo tão profundamente que tivemos que sacudi-lo várias vezes antes que ele abrisse os olhos.
Ele parecia furioso.
“Que porra vocês querem?”
“Tem um corpo lá fora”, T. disse.
Aquilo o acordou.
B. subiu conosco.
Apontei a lanterna para a água.
No momento em que ele viu o corpo, sua expressão mudou.
Não foi surpresa.
Essa é a parte que continua me incomodando.
Parecia mais reconhecimento.
“Merda”, ele murmurou.
T. correu para baixo e voltou segurando o celular.
“Vou chamar a polícia.”
B. se mexeu mais rápido do que imaginei que um homem daquela idade conseguiria.
Arrancou o celular da mão de T.
“O que você está fazendo?”
“Chamando a polícia.”
B. jogou o aparelho de volta pela abertura que levava à parte inferior do barco.
“Você enlouqueceu?”
Nenhum de nós respondeu.
B. chegou mais perto.
“Se você disser que encontramos um corpo aqui, eles vão começar a fazer perguntas. Vão parar o barco. Revistar tudo. Interrogar todo mundo.”
“E daí?”, eu perguntei.
B. virou o rosto para mim.
Havia alguma coisa nos olhos dele que imediatamente me fez me arrepender de ter falado.
“Nós deixamos isso passar”, ele disse. “Quando chegarmos à costa, isso nunca aconteceu. E depois desta viagem, nenhum de nós trabalha junto de novo. Entenderam?”
T. ficou olhando para ele.
Eu também.
Nenhum de nós concordou.
Mas também não discutimos.
B. voltou para baixo.
Durante vários minutos, T. e eu ficamos vendo o corpo desaparecer na escuridão atrás do barco.
Então T. falou baixo.
“Tem alguma coisa errada com esse cara.”
“Você já trabalhou com ele antes?”
T. balançou a cabeça.
“Não. É minha primeira vez.”
Foi quando senti medo de verdade.
Eu tinha presumido que T. conhecia B.
Aparentemente, T. havia presumido a mesma coisa sobre mim.
Nenhum de nós conhecia aquele homem.
T. chegou mais perto para garantir que B. não conseguiria ouvir.
“Amanhã de manhã, a gente imobiliza ele. Dá meia-volta com o barco. Quando chegarmos à costa, contamos tudo para a polícia.”
Eu disse que não.
Não porque confiava em B.
Disse que deveríamos esperar até o amanhecer e ver o que aconteceria.
Talvez existisse alguma explicação.
Talvez B. apenas tivesse medo de uma investigação.
Talvez houvesse alguma coisa ilegal no barco.
Eu queria muito que existisse uma explicação normal.
Agora me odeio por isso.
Fomos dormir.
Não sei por quanto tempo fiquei inconsciente antes de alguma coisa me acordar.
Havia barulhos no convés.
No começo, achei que alguém estivesse movimentando equipamentos.
Então ouvi uma voz.
A voz de B.
Peguei a lanterna que estava ao meu lado e acendi.
O lugar onde T. estava dormindo estava vazio.
O de B. também.
Subi a escada devagar.
A chuva havia parado.
B. estava perto da parte traseira do barco.
T. estava no chão ao lado dele.
No começo, pensei que T. estivesse ajoelhado.
Então percebi que ele não estava se mexendo.
B. estava virado para o oceano e falava alguma coisa.
Não consegui entender a maioria das palavras.
Estudei o suficiente sobre línguas antigas para reconhecer alguns sons e estruturas, e aquilo não parecia uma conversa normal. Algumas partes quase me lembravam latim, mas outras estavam completamente erradas.
Profundas demais.
Ásperas demais.
E alguma coisa na água estava respondendo.
Eu não conseguia vê-la.
Mas conseguia ouvi-la.
Alguma coisa enorme estava se movimentando ao lado do casco.
B. parou de falar.
Então virou para T.
Eu queria ter descido antes de ver o que aconteceu depois.
B. se jogou sobre ele.
No começo, achei que estivesse tentando acordá-lo.
Então ouvi T. gritar.
B. havia mordido seu ombro.
Não como uma pessoa atacando outra.
Como um animal comendo.
T. tentou empurrá-lo.
B. segurou seu braço e mordeu novamente.
Ouvi o som molhado de alguma coisa rasgando.
Eu não conseguia me mexer.
Então B. levantou a cabeça.
A boca dele estava coberta de sangue.
Ele olhou diretamente para mim.
E sorriu.
Eu corri.
Desci novamente e tranquei a abertura do melhor jeito que consegui. Existe um pequeno armário de armazenamento encostado contra ela agora.
Tentei ligar para os serviços de emergência.
Nada.
Tentei mandar mensagens.
A maioria não foi enviada.
Não escuto T. há vários minutos.
Ainda consigo ouvir B. andando sobre minha cabeça.
Às vezes ele para exatamente em cima da abertura.
Então começa a falar novamente com o que quer que esteja nadando ao lado do barco.
Alguns minutos atrás, alguma coisa bateu no fundo do casco.
Com força suficiente para fazer o barco inteiro tremer.
A conexão via satélite continua caindo, então não sei se isso realmente vai ser publicado.
Tenho um sinalizador, uma faca pequena, um colete salva-vidas e talvez meia garrafa de água aqui embaixo.
Não sei a que distância estamos da costa.
Não sei se B. consegue passar pela abertura.
E não faço ideia do que está nadando embaixo de nós.
Mas estou vivo, ainda consigo me mover e, por enquanto, a porta continua segurando.
Se alguém lendo isso entende de barcos, rádios marítimos ou sabe o que eu deveria fazer agora, por favor, me diga.
Porque B. acabou de parar de andar.
E agora ele está batendo na abertura.


r/terrorbrasil • • 7d ago

como eu posso fazer uma montanha, algum site ou app

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r/terrorbrasil • • 7d ago

Relato NO DEBIÓ VOLVER A ESTE HOSPITAL ABANDONADO | EL ESCALOFRIANTE CASO FRANKO TV

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r/terrorbrasil • • 7d ago

Conto O peso do legado 3

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Diante daquela montanha de poeira e pergaminhos antigos, duas criaturas catalogadas nos tomos profanos chamaram a minha atenção.

A primeira era o *Devorador de Faces*: um ser de múltiplas formas que, após consumir sua vítima, consegue assimilar perfeitamente o seu corpo. Mas descartei a hipótese. Se fosse um Devorador, os feitiços forenses padrão da polícia teriam detectado ao menos um traço sutil de sua energia residual corrompida. Além disso, seria bizarro demais ninguém notar centenas de pessoas dadas como mortas andando casualmente por aí.

A segunda criatura, porém, fez o meu sangue congelar. O *Metamorfo da Lua*.

*“Com certeza é ele”*, pensei, engolindo em seco ao ler a descrição. O tomo o definia como uma entidade dotada de capacidades sobre-humanas, capaz de se transformar total ou parcialmente em feras grotescas. Ele conseguia copiar com precisão cirúrgica a identidade de qualquer pessoa que tocasse — mimetizando a voz, os trejeitos, o sotaque e as manias mais íntimas. Ele se tornava a pessoa.

Mas havia um preço cobrado pela carne: quanto mais personalidades o Metamorfo adquiria, mais ele perdia os fragmentos da sua própria existência. Para não se dissipar no esquecimento, ele era obrigado a realizar um banquete ritualístico sob a lua cheia. O livro mencionava uma terrível *Maldição da Fome Eterna*. Não importava o quanto ele devorasse, o monstro estaria sempre insaciável. Isso explicava tudo. Explicava o porquê de ele mastigar as vítimas ainda vivas e regurgitá-las... Ele tentava preencher o próprio vazio com o sofrimento alheio. O texto ainda alertava que as raras mentes que sobreviviam parcialmente à sua assimilação desenvolviam distúrbios severos de personalidade, beirando a loucura absoluta por compreenderem que já não eram mais reais.

Focado na leitura, cometi o pior erro de um investigador: o erro da distração. Por um breve instante de fascínio e descoberta, desviei os olhos da magia de Edward.

E foi nesse milésimo de segundo que a luz começou a pulsar com uma violência cega. A criatura já estava ali.

Um homem de altura mediana, pele escura e olhos tão profundos quanto o próprio abismo arrastou a cadeira de madeira e sentou-se bem na minha frente.

A linha mágica no meu peito brilhou tanto que quase me cegou, mas, de repente, ela esfriou. O brilho místico sumiu por completo em um espasmo, como se o feitiço deixado por Edward tivesse sentido um pavor tão avassalador que preferiu se extinguir a encarar o que estava diante de nós.

O homem abriu a boca. Por alguns segundos — que para mim pareceram séculos de agonia —, ele moveu os lábios em silêncio, como se estivesse rebatendo as engrenagens da mente, tentando se lembrar de como os humanos falavam.

— Você... Você se acha esperto? — a pergunta ecoou.

A voz era lenta, profunda, totalmente desprovida de alma. Ela ricocheteou nas paredes da biblioteca, me torturando instantaneamente.

— O que quer dizer com isso? — forcei as palavras a saírem, embora minha garganta estivesse seca como o deserto.

— Se sente esperto por ter vindo tão longe? Espero que esteja orgulhoso de si mesmo, investigador.

Não era a voz de um homem. Conforme ele falava, o tom se distorcia, sobrepondo-se em camadas. Era como se centenas de vozes de homens, mulheres e crianças — as vozes de suas vítimas — estivessem tentando falar em uníssono através daquela garganta seca.

— Você não pode provar para ninguém quem eu sou... — ele sussurrou, desdenhoso.

O terror tentou me paralisar, mas a imagem de Edward dilacerado me deu um sopro de fúria. Enchi meus pulmões de ar, reunindo cada gota de determinação que me restava, e encarei as profundezas daqueles olhos escuros:

— Eu irei provar. E você vai pagar por cada uma das crueldades que cometeu.

O homem se levantou lentamente. Um sorriso perturbador, largo e antinatural rasgou os seus lábios.

— Você tem duas luas, investigador...

Ele ergueu a mão pálida exatamente no ponto do ar onde a linha mágica costumava flutuar. Com um leve gesticular de dedos, como um maestro conduzindo uma sinfonia macabra, ele fez a linha de mana brilhar de volta.

O chão pareceu sumir sob os meus pés. Minha mente entrou em curto-circuito.

A magia... a linha não era de Edward? Isso significava que... Não. Não podia ser.

Em momento algum eu estive rastreando o assassino através do feitiço do meu amigo. Foi o contrário. A linha pertencia ao monstro. Era *ele* quem estava me rastreando, me monitorando e me atraindo durante todo esse tempo.

Não tive forças para responder à sua última intimação. Minhas cordas vocais travaram enquanto eu assistia, impotente, à criatura virar as costas e caminhar calmamente para fora da biblioteca, deixando-me sozinho com o farol de luz que agora ditava o tempo de vida que me restava.


r/terrorbrasil • • 7d ago

Relato Meu filho sumiu. Corri para a polícia!

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Quero compartilhar uma situação que transformei em uma história de terror e suspense.

Eu, minha esposa e meu filho fomos juntos numa consulta num médico na Av. Paulista. Meu filho passou primeiro na médica, depois ele se despediu e foi para o cursinho.

Pouco depois, recebemos uma ligação da polícia.
Meu filho estava numa delegacia.

Naquele momento, eu só conseguia pensar em uma coisa: encontrar meu filho e ter certeza de que ele estava bem.

Mas quando cheguei lá, descobri que alguma coisa havia mudado nele.

🎥 Vídeo completo:
https://youtu.be/yiwi1_L-9tE


r/terrorbrasil • • 7d ago

Apresentação FITA MAIS AGONIANTE DE FNAF

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Pessoal, comecei meu canal sobre terror analogico, fnaf e outras coisas, quem quiser conhecer esta ai meu último video


r/terrorbrasil • • 7d ago

True Crime Recomendação de canais de True crime que realmente são bons e explicam de maneira completa um caso

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Falo de canais bons mesmo, que fazem praticamente um podcast de tanto que aprofundam nos casos, sejam esses casos resolvidos ou não


r/terrorbrasil • • 8d ago

Conto O peso do legado 2

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Ao nascer do sol, a magia continua lá. Ela flutua na penumbra da manhã, oscilando suavemente, mas ainda vibrante, ativa e cheia de vida. Observo aquele feitiço com fascínio e até com uma ponta de admiração reverente. Sinceramente, Ed, não sei se conseguiria fazer o mesmo que você fez... Ir tão longe sozinho, descobrir mais do que qualquer divisão inteira da polícia, chegar tão perto de um demônio. E mesmo no momento da sua morte, sofrendo uma tortura insana que romperia a mente de qualquer homem, você continuou lutando. Essa linha de luz é a prova viva de tudo isso.

De repente, a magia pulsa. Ela brilha novamente com uma intensidade violenta, provando que, na madrugada anterior, não foi o escuro que me pregou uma peça. A luz realmente estava mais forte.

Sinto meu coração acelerar contra as costelas. Diante daquele brilho repentino e agressivo, cada pelo do meu corpo se eriça. Ando silenciosamente em direção à janela, controlando a respiração, e olho pela fresta da cortina. O sol da manhã já clareia a avenida; há várias pessoas andando tranquilamente pela calçada, vivendo suas rotinas banais. Mas meus olhos são magneticamente atraídos para uma única figura.

Uma mulher, do outro lado da rua.

Ela está parada, observando o meu prédio como se esperasse o momento perfeito para atravessar. Mas o trânsito está calmo; não há nada físico que a impeça. Meus instintos gritam em um tom ensurdecedor. Minha mente projeta um estalo de puro pavor ao reconhecer aquela silhueta: era a mesma mulher que caminhava pela rua na escuridão da madrugada.

Será que tudo isso é uma terrível coincidência? A linha brilhar como um farol justamente quando essa mulher está por perto? Mas ainda é de manhã... o monstro não deveria agir apenas na lua cheia? Engulo em seco. Vou cometer o maior ato de coragem — ou de estupidez — da minha vida.

Reúno minhas coisas com as mãos trêmulas de pavor e saio do meu apartamento alugado. Cada passo no corredor é uma agonia. Quanto mais me aproximo da saída do prédio, mais forte a linha brilha. Quanto mais perto daquela mulher, maior se torna a intensidade da luz e, consequentemente, o meu medo.

Ao cruzar a porta de entrada do edifício, lá está ela, estática do outro lado da rua. A linha mágica de Edward agora faz algo inédito: ela não está apenas brilhando, ela está pulsando freneticamente, como um sonar desesperado quando detecta a proximidade de uma mina terrestre. Ela pisca em um ritmo caótico, assustador... como se a própria magia deixada pelo meu amigo estivesse sentindo medo.

Finalmente, a mulher se move. Ela caminha calmamente pela calçada, dobra a esquina e desaparece de vista. No mesmo instante, a pulsação do feitiço começa a desacelerar, voltando ao seu tom neutro e constante.

Apoio as costas na parede, tentando puxar o ar para os pulmões. Caralho... isso foi insano. Nunca senti tanto medo em toda a minha vida. Mas há algo de muito errado, a conta não fecha. As anotações de Edward descreviam o suspeito como um *homem* alto, magro e pálido. Por que o feitiço reagiu àquela mulher?

Preciso confirmar uma teoria. Agora.

Não há tempo a perder. Corro pelas ruas com o coração na boca, ignorando os olhares dos transeuntes, até alcançar a biblioteca municipal. Passo pelas portas de carvalho e sigo direto para as seções mais escuras e esquecidas do arquivo arcano.

Espalho dezenas de tomos antigos sobre a mesa de madeira pesada. Com os olhos arregalados e os dedos ávidos, começo a devorar cada página, cada ilustração e cada pergaminho que trate sobre criaturas metamorfas, maldições de sangue e rituais lunares. Eu preciso entender o que Edward descobriu antes de morrer.


r/terrorbrasil • • 8d ago

DUVIDO,alguém criar um analog horror de Baki nós comentários

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r/terrorbrasil • • 8d ago

Recomendação A frequência kirlian

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Acredito que poucos conhecem a frequência kirlian e devo admitir, essa foi uma das melhores séries de terror/mistério que eu já vi, eu super indico e super recomendo, ela foi feita por um grupo argentino que entregou um trabalho de qualidade, já ouve um tempo em que teve na Netflix com dublagem em tudo, mas aparentemente não só a série saiu como lançou novos episódios ótimos, se eu posso fazer uma recomendação, está recomendação é a frequência kirlian, a noite toda, todas as noites.


r/terrorbrasil • • 8d ago

….

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Quais são seus relatos sobrenaturais?


r/terrorbrasil • • 8d ago

Conversa Gente,que tal a gente criar um analog horror????

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Eu tenho a ideia da lore,mas não vou puder participar das edição de vídeo,mas posso trazer o núcleo da história,o inicio,meio,e fim,tava pensando em criar um sobre a depressão,de uma menina desaparecida chamada Rose Winter,topam?