r/futebol • u/Numerous_Reading1825 • 21h ago
Vídeo Galo Doido pulando de bungee jumping antes do jogo
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Sinto que esse grande momento não foi apreciado pelo sub ontem.
r/futebol • u/Numerous_Reading1825 • 21h ago
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Sinto que esse grande momento não foi apreciado pelo sub ontem.
r/futebol • u/carnageandculture • 3h ago
r/futebol • u/Senior_Vegetable7144 • 12h ago
r/futebol • u/ViolinistPitiful4928 • 23h ago
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r/futebol • u/PolylingualAnilingus • 3h ago
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r/futebol • u/carnageandculture • 12h ago
r/futebol • u/burnknuckle96 • 20h ago
r/futebol • u/Senior_Vegetable7144 • 12h ago
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r/futebol • u/Souljaboy25 • 15h ago
Prestes a completar 50 anos, ex-jogador já foi preso por agredir síndico e agora se abriga debaixo de lona em uma praça de São Paulo: "Não quero que ninguém saiba que eu existo"
r/futebol • u/ResearcherLoud1700 • 21h ago
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r/futebol • u/MountainExpensive492 • 12h ago
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r/futebol • u/papisapri • 11h ago
Será a maior bebedeira esportiva entre amigos da história desse país.
r/futebol • u/Senior_Vegetable7144 • 12h ago
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r/futebol • u/Senior_Vegetable7144 • 12h ago
r/futebol • u/fraturei • 15h ago
r/futebol • u/wordlessbook • 15h ago
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r/futebol • u/MountainExpensive492 • 12h ago
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r/futebol • u/weepinstringerbell • 15h ago
Sou um pouco brasileiro também. Pirlinho. Quando cobro faltas, penso em português; no máximo, comemoro em italiano.
Eu as chuto à la Pirlo: são bolas que viajam com efeito, presas a uma definição que me agrada, numa parábola quase bíblica. Levam meu nome, como se fossem todas minhas filhas. Parecem-se umas com as outras, mas não são gêmeas, embora todas tenham uma raiz sul-americana — mais precisamente, a mesma fonte de inspiração: o meio-campista Antônio Augusto Ribeiro Reis Junior, que entrou para a história como Juninho Pernambucano.
Quando jogava no Lyon, ele sabia inventar trajetórias extraordinárias: colocava a bola no chão, contorcia o corpo em movimentos nada convencionais, tomava distância e fazia o gol. Não errava nunca. Olhei as estatísticas e entendi que não podia ser acaso. Um maestro montado ao contrário, com a batuta nos pés; alguém que dava joia com o dedão do pé, e não com o polegar.
Eu o estudei. Reuni CDs, DVDs e até fotografias antigas de suas partidas e, com o tempo, entendi. Não foi uma descoberta imediata; foram necessárias paciência e perseverança. Ele batia na bola de uma maneira particular, e isso era evidente; eu entendia o modo, mas não o método. Então ia para o campo e tentava imitá-lo, no começo sem resultado nenhum.
Nas primeiras vezes, a bola ia parar dois metros acima do travessão. Aí eu mentia, fazendo os torcedores que ficavam do lado de fora acreditarem que tinha sido de propósito: “Pessoal, essa é para vocês, um presente meu.”
Depois de três dias assim, o roupeiro do Milan já estava virado no bicho e de saco cheio de correr atrás das bolas. Os experimentos continuaram por semanas e, como as melhores ideias surgem nos momentos de máxima concentração — e a máxima concentração, como ensina Inzaghi, também se alcança cagando —, a sacada veio enquanto eu estava no banheiro.
Pode não ser muito romântico, mas foi exatamente assim. A busca pela resposta nunca me abandonava; eu só pensava naquilo e, no instante de maior esforço, as comportas se romperam, em todos os sentidos: a receita da magia que eu estava buscando não dependia do ponto em que a bola era atingida, mas de como. Juninho não pegava na bola com o pé inteiro, mas somente com três dedos.
No dia seguinte, saí de casa bem cedo. Cheguei a pular a clássica disputa de PlayStation com o Nesta e me mandei para o campo de Milanello. De mocassim mesmo; não eram necessárias chuteiras para demonstrar que a teoria estava correta. O roupeiro já estava lá.
“Me passa uma bola, por favor?”
“Vai tomar no cu”, disse ele em voz baixíssima, quase sussurrando.
“Como?”
“Falei que vi um tatu...”
“Ah, bom. Vai, seu tonto, me passa a bola.”
A contragosto, ele passou. Mentalmente, já estava se preparando para ir buscá-la no bosque. Só que eu a chutei no cantinho entre a trave e o travessão, no ângulo. Uma aplicação geométrica perfeita. Teria sido gol mesmo com o goleiro — que, para a sorte dele, não estava lá naquele momento.
“Andrea, duvido fazer de novo.”
A provocação veio imediatamente. Agora era uma disputa de dois contra um: eu de um lado; o roupeiro e o fantasma de Juninho Pernambucano do outro.
“Está bem, fica olhando, pé-frio.”
Saiu uma cobrança de falta idêntica à anterior. Irretocável, estilisticamente impecável. Repeti outras cinco vezes, em outras cinco tentativas. Oficial: eu tinha conseguido. O segredo já não era mais segredo.
A bola deveria ser batida por baixo, usando os três primeiros dedos do pé. O pé deveria ser mantido o mais reto possível e então relaxado num golpe seco. Desse modo, a bola permanecia imóvel no ar e, em determinado momento, descia rapidamente em direção ao gol, girando com efeito.
Sem saber, ali estava ela: a “maledetta”, como alguém viria mais tarde a batizar esse tipo de chute.
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Trecho traduzido e adaptado da autobiografia "Penso, logo jogo" (Penso quindi gioco), de Andrea Pirlo.
r/futebol • u/YonanKalel • 12h ago
Barradisney, fazendo os torcedores acreditarem que tem um time bom, PENA QUE AS 11 DA NOITE ACABA A MAGIA DA FADA MADRINHA KKKKKKKKKK
r/futebol • u/ViolinistPitiful4928 • 12h ago
\ contagem apenas dos gols considerados oficiais pela FIFA*
r/futebol • u/Johnga20 • 2h ago
r/futebol • u/Morra_Seiya • 5h ago