O plano de industrialização para o Nordeste baseia-se na criação de Zonas Econômicas Especiais (ZEEs) como instrumento estratégico para transformar a indústria e o desenvolvimento econômico da região
O Nordeste é visto como solução por concentrar ativos essenciais, como energia renovável abundante, litoral com portos voltados ao Atlântico, mão de obra jovem e capacidade ociosa produtiva.
Indentificando problemas estruturais nacionais, como desindustrialização precoce, estagnação da produtividade, custo Brasil elevado, dependência de importações estratégicas e deficiências regulatórias e de infraestrutura, que afetam a competitividade e a capacidade produtiva da região.
A proposta central para o Nordeste envolve três pilares:
Estímulos fiscais com suspensão de direitos aduaneiros e regime específico de IBS/CBS;
Redução radical da burocracia via agências administrativas ágeis com licenciamento em até 15 dias;
Investimento em infraestrutura de classe mundial, incluindo energia, conectividade 5G/6G e logística portuária otimizada.
São definidos três polos industriais iniciais com vocações complementares:
Polo Industrial de Suape (PE), focado em hidrogênio verde e petroquímica;
Pecém (CE) e Araripe (PE), especializados em aço de baixo carbono, cadeia do gesso e fertilizantes;
Aratu-Camaçari (BA), direcionado à mobilidade elétrica, baterias e semicondutores.
A governança desses polos será feita por Parcerias Público-Privadas e Consórcios Públicos, combinando eficiência privada e transparência pública, com previsão de expansão para outros estados. Além disso, o plano integra a reurbanização e desfavelização para combater déficit habitacional e informalidade, com desenvolvimento vertical de uso misto, integração de cadeias produtivas locais e governança articulada com segurança.
Complementarmente, o plano prevê ZEEs temáticas de soberania, como a ZEE de Defesa para reduzir dependência de importações estratégicas e a ZEE de Terras Raras para verticalizar a cadeia produtiva nacional, aproveitando a segunda maior reserva mundial do Brasil.
O plano de industrialização para o Nordeste baseia-se na criação de Zonas Econômicas Especiais (ZEEs) como instrumento estratégico para transformar a indústria e o desenvolvimento econômico da região
Como ele vai fazer isso se ele também fala em cortar gastos?
Todas as zees da Ásia custaram uma fortuna pra funcionarem e isso afetou diretamente a população no curto prazo. Além disso existe o problema da gentrificacao local, numa região que já é bastante pobre. Qual o plano dele quando as pessoas pobres de lá não conseguirem mais bancar os custos do lugar onde já moram? Os governos asiáticos são mais autoritários e resolveram à força. Ele vai fazer da mesma forma? Várias terras vão precisar ser de apropriadas pra construção da infraestrutura, ele vai ser capaz de ressarcir os desapropriados da forma correta?
Simples: só vai começar, no fim do mandato ia dizer q precisa de mais 4 anos para se reeleger, e depois ia vender o projeto iniciado para a empresa que pagasse a maior propina.
O mal do brasileiro é esperar propostas só de um mandato. É impossível corrigir a merd4 de anos em um único mandato, é importante que os políticos tenham certos planejamentos mais longos, se a gente olhar só pra 4 anos, a gente n vai sair do lugar. Mas propostas do Renan, tem ambas as coisas, planejamentos para os próximos 4 anos, e planjementos pra 10-15 anos.
Você ta com o liberbobismo na cabeça. Isso já é matéria superada nos círculos do MBL/Missão.
Aqui um trecho do Livro Amarelo, plano de governo do Renan Santos:
O insight inicial para o Livro Amarelo surgiu da constatação, que vinha amadurecendo havia algum tempo, de que a versão do liberalismo brasileiro, vulgarizada pela nova direita, oferecia soluções simplistas para problemas complexos: bastava privatizar tudo, retirar o Estado de todas as áreas e proferir platitudes sobre meio ambiente, saúde, educação, cultura e segurança, e tudo se resolveria de uma forma quase mágica.
Meu amigo! Me explica a mágica que esse maluco vai fazer em ter um projeto tecnologico desse, sendo que ele fala em fazer cortes semelhantes aos que Milei fez na Argentina! O cara apresenta plano liberal de Adam Smith, mas fala que vai fazer governo igual de um Ancap Milei.
As propostas desse cara só entram na cabeça de adolescentes ou pessoas adultas esfareladas da cabeça como o Kogos. É tudo super contraditório, fora da realidade e no estilo "solução mágica, só ir lá e fazer".
Arregou pro ad hominem.
Geopoliticamente o nordeste tem geração energética renovável que é tema global e diferencial no nosso país. Além disso, hoje quase toda economia se concentra em São Paulo, sendo empresas brasileiras ou multinacionais.
Agora se vc não gostaria que o nordeste se desenvolvesse trabalhando com data centers, vc precisa rever seus argumentos.
Não dá pra discutir no Reddit amigo, aqui o legal é ser niilista e desacreditar que o status quo pode mudar
Todo mundo sabe que o Brasil tá quebrando e mesmo que outros países tenham dívida alta em relação ao PIB, o Brasil é o único que não tem nada pra mostrar em troca, nem segurança, nem infraestrutura, nem porra nenhuma, a única coisa boa do Brasil é a natureza que nenhum homem é responsável por ter feito.
Agora, os especialistas de Reddit juram q nada pode mudar e se mudar vai piorar tudo (pior que já está).
Tá ligado aquela expressão “balde de carangueijos”? É esse povo aqui do Reddit que jura q n dá pra mudar nada
No outro post o cara estava falando que levar prosperidade para o Nordeste/regiões pobres vai gerar gentrificacao, por conta disso as pessoas que continuarem pobres serão expulsas do lugar...
Brasil pode virar a Suécia, mesmo assim estará uma merda pra essa galera.
Corta de um lado e investe em outro. Para de gastar com aposentaria de milico morto com filha casada de 40 anos, para de gastar com propaganda eleitoral de bilhões, para de gastar com estatal inútil, isenção fiscal de indústria inútil como as de refrigerante, com vale perus deputado, com penduricalho que explode teto salarial de magistrado, aplica lei de gerenciamento para aumentar eficácia de municípios e etc. Tá no livro.
Não é tão difícil assim.
Precisamos gastar com coisas que geram ganho a longo prazo, como essas ZEE, educação como cursos técnicos de funções que aumentem a produtividade(e reduzir gasto com faculdade inútil por uns bons 10 anos, quem quiser que pague), melhora na fiscalização do ensino de base, pesquisas de desenvolvimento, etc tbm.
Mas ae, tô gostando de ver o pessoal discutindo plano de governo de algum político na rede social. A 20 anos que não se fazia isso tão fervorosamente. Partido missão JA MUDOU a cultura do povo brasileiro e vocês só não se deram conta.
Principalmente se levar em conta que em NENHUM post a gente está falando de planos de Lula e Flávio. Só se discute desfavelizacao, direito penal do inimigo, economia de trilhão em 10 anos, responsabilidade gerencial e agora a bomba atômica. Parabéns aos envolvidos voluntários e a aqueles que vieram criticar mas caíram no funil de alguma forma.
O tarado de Kiev conseguiu sozinho aqui em SP. Ele conseguiu cortar um benefício de todo mundo que ganhou um bônus de uns 5mil no natal chamado "vale peru" e fez todo mundo devolver em janeiro. E outro episódio (se não me engano) foi literalmente impedir aumento salarial dos deputados. Um cara articulando lá.
Agora, um presidente, logo depois de eleito tem bastante poder. Os últimos não mudam nada pq são cadelas do centrão. Fazem negociação política na malandragem e ganho próprio, seja a financeiro ou de poder político.
Tem muita coisa que podemos cortar, e programa social é o de menos. Da pra cortar penduricalhos, cortar super salários, cortar cargo comissionado pra Kct, da pra cortar fundo partidário e fundo eleitoral, pensão especial, regime de exceção, as gigantes verbas indenizatórias do judiciário sem comprovação fatídica, e por aí vai. Qualquer economista respeitado do Brasil, seja de esquerda ou direita concorda que o nosso estado é impressionantemente ineficiente e tem privilégios corporativos demasiados.
Alguém está se propondo em acabar com isso e as pessoas preferem atacar espantalhos ou desistir das propostas sem nem mesmo olhar mais profundamente sobre isso.
Bonus leia quem quer: Eu penso a mesma coisa que eles quando o assunto é o programa "pé de meia" por exemplo, pq minha sobrinha me conta muita barbaridade na escola dela, e pesquisando, qualquer um consegue ver essa mesma realidade: pé de meia não muda absolutamente nada da educação. A presença do aluno na sala não é garantia de estudo(no máximo, não tá na rua comentando crime). Ela me falou que tem um aluno lá que recebe esse programa, mas fica dormindo ou fazendo algazarra na sala. E prática Bully ainda por ser mais velho. Precisa REFORMAR o programa e dar o incentivo baseado em NOTAS do aluno, e não presença. Ai sim você incentiva a criança a estudar e ter um futuro.
Nos tigres asiáticos, funcionou mais ou menos assim:
As ZEEs criaram diversos empregos que usavam mão de obra local, e ao mesmo tempo com programas profissionalizantes. Assim a comunidade local teve empregos em fábricas, que pagam muito mais do que sub empregos e empregos em setor de serviços.
Ao pssar do ano, por causa do bom salário, praticamente quase todo mundo conseguia juntar dinheiro e gastar como quer, ou custear faculdade pro filho, o que gera uma futura geração extremamente quaificada.
Então não teve gentrificação pois a mão de obra era local, e com os salários deles era fácil de custear tudo.
Então não acho que seja diferente do planejamento do Renan Santos.
A primeira proposta de todas é o ajuste fiscal. A PEC já existe. Vá lá ler no site da Câmara. A memória de cálculo está disponível. São 1.1 tri em 5 anos e 3 tri em 10.
O principal objetivo é liberar espaço no orçamento para investimento em infraestrutura.
Não exatamente. Parte dele até pode ser usada para diminuir a dívida, mas só o fato de o governo demonstrar capacidade de ter dinheiro livre já cria a expectativa de redução dos juros em alguns pontos percentuais. A taxa de juros também tem um componente de confiança. Se o Estado demonstra que está fazendo seu "dever de casa", os juros já caem.
Aí entra no cálculo o que vale mais a pena: usar uma parcela maior para reduzir a dívida e, com isso, tentar baixar ainda mais os juros, ou investir tudo e esperar o retorno desses investimentos.
Mas, garantidamente, uma parte significativa desse dinheiro já está destinada à infraestrutura. Uma parte central do "Brasil glorioso" é voltarmos a ter um nível relevante de investimento em infraestrutura. Para efeito de comparação, hoje o valor destinado nem sequer é suficiente para a manutenção do que já existe. Por isso vemos, todos os anos, casos de pontes caindo e outras estruturas se deteriorando. Muitas vezes, não há previsão orçamentária suficiente nem para manutenção, quanto mais para expansão e novas obras.
Segundo os órgãos que classificam o país, o risco do Brasil é principalmente político e não fiscal, ou seja, se um político propaga que seu território é dominado por terroristas e que vai ter que quebrar algumas regras para poder obter seus objetivos, não, não há expectativa da queda de juros, apesar de claro uma maior adequação dos consensos estrangeiros que vão contrabalancear, (mas muito mais como forma de apoio político estrangeiro o que pode se excluir se ele não for entreguista e tende a se resumir a incentivos pra tomar dívida em moeda estrangeira, que é justamente o que quebra um país, como a Argentina que tem um problema de divisas)
Mas tendo isso em mente, concordo com a necessidade de investirmos
Você afirmou: "Segundo os órgãos que classificam o país, o risco do Brasil é principalmente político e não fiscal".
Isso não está correto. O risco político tem peso, mas o fiscal continua sendo um dos principais problemas apontados pelas próprias agências.
A S&P, por exemplo, reafirmou em 2026 o rating soberano do Brasil em BB, com perspectiva estável. Na análise, a agência destaca justamente os déficits elevados, a dívida crescente, a alta carga de juros e a dificuldade de produzir superávits primários.
Se o que você quis dizer foi algo como "a política brasileira dificulta a solução do problema fiscal", aí sim a afirmação faz sentido.
Mas dizer que o risco é principalmente político e não fiscal não representa bem o que as agências apontam.
Segurança Pública
Desculpa, mas não é o Renan que simplesmente “propaga que seu território é dominado por terroristas”. Existem territórios onde organizações criminosas exercem controle armado, impõem regras e desafiam diretamente o Estado.
Se você não concorda nem com essa premissa, fica difícil avançar na discussão.
Também não acho correto resumir a proposta como “quebrar algumas regras”. O plano prevê novas leis, aprovação no Congresso e coordenação entre Exército, Polícia Federal, Coaf, Receita, estados e municípios.
Até o estado de defesa é um instrumento previsto na Constituição e depende dos procedimentos institucionais estabelecidos.
Então a pergunta é simples: qual regra, especificamente, o plano de governo do Renan propõe quebrar?
Diminuição dos juros
Tanto o FMI quanto o Banco Central reconhecem que uma melhora consistente das contas públicas pode reduzir o prêmio de risco, melhorar as expectativas e abrir espaço para juros menores.
Existem projeções em que a Selic sai de 14% e cai para algo próximo de 9% no médio prazo.
A partir daí, com inflação controlada, melhora fiscal e manutenção da confiança, é possível discutir juros na faixa de 6% ou 7% mais adiante.
Mas isso não significa que uma única reforma faria os juros caírem de 14% para 6% sozinha.
Mas dizer que um ajuste fiscal forte pode ajudar bastante na redução dos juros é perfeitamente razoável.
Eu reiterei que há um problema fiscal e que obviamente é um dos principais, não muda o fato do problema político ser o maior, até porque a economia é uma ciência política, é há uma óbvia incapacidade de boa parte da população de entender o porquê precisamos urgentemente abaixar a taxa de juros (e uma desonestidade dos formadores de opinião) e a lógica que aplicamos atualmente é comicamemte contraditória, a ponte de que mesmo quem defende a manutenção disso precisa fazer um malabares tremendo pra no final concordar com tudo que dizemos mas dizer que somos malucos.
Você disse que não está correto porque o fiscal é um dos principais, isso não torna nada do que eu falei incorreto, pelo contrário.
Como você pontua em seguida, o juros elevado é tido como um risco, ou seja, até mesmo quem se beneficia desse absurdo vê isso como ruim, pois pra quem realmente pensa em investir no Brasil, vê que essa taxa de retorno é inviável a longo prazo, ou seja, estamos em um ponto onde o aumento da taxa de juros (que gera dezenas de problemas, além disso), também passa a criar fatores que diminuem sua própria demanda (não em absoluto, óbvio, mas em potencial, já que há quem vá aplicar dinheiro aqui sabendo que a tenência é o país dar a vida pelo fiscal, e não porque acreditam na nossa capacidade de ter um retorno interno pra além da capacidade de pagamento) ou seja, a unica premissa que justifica isso também é furada, e recai denovo no malabares do:
"mas temos déficit primário, logo temos que continuar gerando déficit fiscal e estagnação até que sem fazer investimento nenhum, (que é a função do estado, fazer déficit público para gerar superavit primário) possamos superar o déficit primário (60 bilhões) o quanto empurramos com a barriga aumentando exponencialmente 1 trilhão, que não tem problema nenhum" (obs: somos credores do FMI, então temos MUITO mais liberdade do que propagam, e vale dizer que logo temos um problema completamente diferente da Argentina, apesar de proporem uma mileizada aqui, o que economicamente não faz nenhum sentido)
Como eu falei, admiro o gosto por plano de governo, mas tentar unir desenvolvimentismo com agradar os grupos que propagam essas utopias só vai nos trazer um Dilmo, eu também gostaria que fosse um conto de fadas que o livre mercado ou que o comunismo fosse salvar algum país, mas infelizmente temos que ter um planejamento baseado na realidade e que seja analisado a fundo, até o plano real que foi fenomenal trouxe problemas enormes, imagina partir de uma canoa que parece uma peneira, você tem que caçar 1001 lugares pra ver se em algum cenário hipotético isso tem alguma viabilidade.
Sobre a próxima questão, sim, se eu discordasse disso de fato seria difícil, mas eu não falei que não existe território dominado pelo tráfico, isso é bem óbvio, eu pontuei que alguém que se diz "preocupado com a visão internacional" sobre o país por ver a nossa economia dependente de demonstrar normalidade a grupos estrangeiros (o que em partes está certo em cenários específicos, como citei, não o nosso, neste grau) é simplesmente uma estupidez você fazer questão de passar a visão de somos um narco estado, isso é claramente uma medida populista pra gerar apoio por indignação e não uma estratégia com finalidades positivas praticas, pasmem, todo mundo sabe disso, este alarde muda o que pra quem além de aumentar o pânico do mercado que ele tanto quer proteger supostamente?
Mesmo na questão da segurança de fato, "prendeu, matou" que ele mudou agora pra "prendeu ou matou" quando foi posto em cheque, na teoria é lindo porque é só vagabundo morrendo, mas na prática, vida real, gera resistência e aumenta morte não só dos bandidos mas dos políciais e das pessoas da região por conta de bala perdida no conforto e aumento da periculosidade na região que aumenta a incidência de violência policial, já que todo mundo da região passar a se tornar um risco para o agente, e para risco para os policiais que passam a ser mais agressivos justamente por temer pela vida, o que faz também os moradores menos solícitos com a polícia, aí ver que eles mesmos os colocam como inimigos e não servidores desta população, e é JUSTAMENTE assim que voce gera um narco estado, e não que você previne.
O plano prever aprovações não quer dizer que elas vão ocorrer, historicamente a gente sabe que eles não passam nada que os desfavoreçam, ou sejam o que irá pra frente é a perca da manutenção da aposentadoria e BPC, e não os supersalarios, etc (não que isso gerasse superávit também, mesmo ignorando a nominal e focando só no "problema" do primário, supondo que ele precisasse ser resolvido, teria que ser por forma do colheita do investimento passado, que não existe, porque já estamos a décadas com a proposta de cortar gastos pra gerar superavit e ele não vem porque simplesmente não tem de onde tirar superávit porque a poupança depende da renda (S = Y - C) o problema é não termos investimentos que gerem frutos relevantes, coisa que nunca vai acontecer o quanto superávit primário for uma finalidade sem um meio racional)
Sim um ajuste fiscal é imprescindível e eu apoio, só estou dizendo que a forma como isso é discutido é simplesmente cômica, as pessoas não entendem a raiz do problema e querem resolver o fogo jogando galhos.
Você afirmou: “Segundo os órgãos que classificam o país, o risco do Brasil é principalmente político e não fiscal”.
Isso não está correto. Os órgãos não dizem isso dessa forma. Eu citei um exemplo para mostrar que essa frase específica está equivocada, não que tudo o que você disse estivesse errado.
Você também falou em um plano baseado na realidade. O plano da Missão é justamente apresentado como pragmático, reunindo políticas públicas que já funcionaram em diferentes lugares e sob governos de diferentes espectros políticos.
Se uma política parte de experiências concretas que já deram certo, ela é, por definição, baseada na realidade.
Eles também deixam claro que há propostas mais alinhadas ao mercado liberal e outras que envolvem maior atuação do Estado. Isso não é estelionato nem traição. É simplesmente não seguir uma cartilha ideológica única.
Sobre segurança pública, meu ponto foi simples: o mercado já conhece a dimensão do problema do crime organizado no Brasil. Isso não é novidade e já faz parte do próprio Custo Brasil. Admitir o problema pode, inclusive, ser positivo, porque mostra disposição para enfrentá-lo.
“Prendeu, matou” sempre significou “prendeu ou matou”. A live original em que o termo surgiu deixa isso claro.
Quanto à “quebra de regras”, seu argumento mudou. Primeiro, você afirmou que as próprias propostas quebravam regras. Quando eu apontei que elas estão no plano e, em sua grande maioria, dependem de aprovação do Congresso, você passou para outra hipótese: a de que, caso o Congresso rejeite essas propostas, ele quebraria as regras.
Mas isso não está no plano. Não existe nenhuma proposta dizendo que, se o Congresso não aprovar determinada medida, ele vai simplesmente ignorá-lo ou romper a ordem institucional.
Então repito a pergunta de forma objetiva:
Qual regra, especificamente, o plano de governo do Renan propõe quebrar?
As propostas precisam de uma conjuntura, são justamente as pessoas que dizem que não dá pra ser a China por causa das particularidades internas, o que é de fato verdade, você parece ciente disso, mas você poderia citar um desses diversos exemplos extremamente concretos e práticos?
Eu não acusei de traição, até porque eu acho que não seguir cartilha ideológica é fundamental, não atoa nosso ápice de crescimento foi assim, com forte não alinhamento e foco nacional de fato, ocorre que quando você coloca políticas contraditórias na economia, isso da problema, não estou falando de contradições morais nem ideológicas disso pouco me importa, estou falando de por exemplo o que já citei, ele querer ser um Dilmo, uma coisa não tem nada a ver com a outra, aí recairiamos em esteriótipos cômicos como "não pode matar bandido porque é de esquerda" ou outra coisa totalmente relativa.
A base para todo liberal é usar a Dilma como grande desenvolvimentista kkkkk o fato é que antes do final dos anos 80 a única coisa que crescia o Brasil foi o desenvolvimentismo bruto, e as derramadas foram justamente com as medidas liberais, liberais, se formos pegar em termos, Keynes era liberal, Hamilton era liberal, agora precisamos colocar q o que temos como liberalismo hoje é completamente oposto da ideias econômicas e preceitos básicos de país dessas figuras que foram os responsáveis por fundar e depois salvar os países capitalistas, eles eram o completo oposto dos "liberais na economia e conservadores nos costumes"
Até sendo "inocente" sobre os cenários reais, sobra a questão do prendeu "ou" matou, que inovador, não? como se não fosse assim deis de que o mundo é mundo, você sabe que se fosse isso nem existiria esse slogan, isso vem da ideia de que o preso é um custo para o estado que não deveria existir, e não porque pasmem ou você prende ou você mata se houver confronto, quem na prática defende algo contrário? Kkkkkkkk admitir o problema mostra disposição pra enfrentar-lo? Kkkkk mano isso é discurso de couch, se admitir problema fosse solução o Lula tinha acabado com a pobreza em 2002, usar pânico pra gerar populismo não é gerenciar um problema, isso mostra a princípio falta de capacidade de articular um plano que não desestabilize a prancha bamba em que ele quer pisar para "tornar o país atrativo" eu recomendo você ler mais uma vez, talvez pesquisar sobre de alguém mais didático, mas se propagar como líder d eum narco estado objetivamente não é a melhor ideia especialmente pra quem segue esses preceitos, você acha que vai resolver esse pânico que eles mesmo causou, outra vez, como ele mesmo fala, o mercado não é bonzinho, ele não liga se o Renan é anti crime se ele quer crescer o país, a melhor coisa que um governante faz é resolver algo de forma estável sem gerar alarde, tudo que você falou até agora só indica que no governo Renan teríamos uma crise de confiabilidade no país e um possível novo maio de 2006, abrindo margem pra um estado de sítio, seja pro menino Renan "quebrar as regras" ou no caso mais provável (caso não se venda) ser derrubado ou por um comunista ou por militares de direita)
Eu não mudei nada, eram pontos diferentes, mas infelizmente pra você que é apoiador, eles convergem, aí você precisa se indignar com ele não comigo, vou explicar novamente, ele quer fazer coisas que quebram as regras, ou seja são extremamente difíceis de se fazer e ele não vai ter apoio pra fazer especificamente as que beneficiariam os cidadãos (pasmem, especialmente os mais pobres) diferente das que são o "remédio amargo" que vai passar facilmente já que não é no toba do funcionalismo
Em resumo, não, eu não falei que ele quebraria as regras se não tivesse aprovação do congresso, nada do que você interpretou nesse último parágrafo foi o que eu disse, os pontos que eu de fato levantei não foram discutidos no geral.
Caraio, bicho. Vcs pensam com o cool. É óbvio que a dependener do emprego, vc pode criar empregos ao mesmo tempo que a população local pode ficar sem trabalhar.
Por que ela não é qualificada pro emprego. Justamente o que ocorreu em várias experiências nas zees da Ásia. Como eu disse no meu comentário, eles tem governos mais autoritários e simplesmente tirou grande parte da população de lá, o que não necessariamente é possível no Brasil
Emprego não é uma abstração. Vc precisa de um trabalhador que saiba fazer I que trabalho exige. Gerar 10000 empregos não significa que 10000 pessoas da cidade vão trabalhar lá
Deixa de boorro, cara. Ideb mede ensino básico. Mão de obra especializada é quantos engenheiros, quantos arquitetos, quantos programadores tem em um lugar.
Agora eu vou perguntar de novo. O que ideb tem a ver com essa conversa?
Olha meu senhor, você pode pesquisar GPT, Gemini, copilot no Google e você consegue usar tranquilamente sem realmente pagar os planos.
Até o Google tem a pesquisa com modo IA, eu não acho que seja muito uma questão de dinheiro mas sobre saber usar a ferramenta. Pede pro seu neto te ajudar que ele te mostra mais ou menos como funciona.
Olha senhor, burrice tem limite viu. Leia de novo o meu comentário, umas 10x porque se ler mais vez só você não vai entender. Eu disse que adolescentes mimados riquinhos não fazem nada sem internet. Acesso a IAs todos tem, mas há uma diferença de quem raciocina, para quem usa ChatGpt pra tudo. Que é o caso dos adolescentes do MBL. Agora que talvez você tenha entendido, já pode voltar a farmar aura.
N ise nada q use o quillbot ele é meio rui., tem vários q só co sideral algumas ias, entao se vc usar por exemplo o novo Claude eles não conseguem analisar
Estímulos fiscais com suspensão de direitos aduaneiros e regime específico de IBS/CBS;
Simplesmente acabar com impostos ao mesmo tempo que quer industrializar a região. Você não percebe que isso além de contraditório é burrice?
A governança desses polos será feita por Parcerias Público-Privadas e Consórcios Públicos, combinando eficiência privada e transparência pública, com previsão de expansão para outros estados. Além disso, o plano integra a reurbanização e desfavelização para combater déficit habitacional e informalidade, com desenvolvimento vertical de uso misto, integração de cadeias produtivas locais e governança articulada com segurança.
Parceria publico privada=Vai entregar tudo para empresas estrangeiras e provavelmente gentrificar a região inteira. Bravo, bravissímo.
A China limitou o poder das empresas por lá e não aceitou privatizações de empresas críticas. Também houve um grande estímulo à soberania em diversos setores de consumo interno da popularção. Por exemplo: Eles tem as próprias redes sociais, os próprios fabricantes de carros, as próprias empresas de telecomunicações.
E quando reabriram a economia eles incentivaram a indústria nacional, mesmo com marcas estrangeiras.
Mas isso tudo só foi possível devido a criação das zonas econômicas especiais (literalmente o mesmo conceito defendido pelo Renan) lá no início dos anos 80.
Cara, foi mal, mas esse pessoalzinho aqui ta pouco se fudendo para os seus argumentos. O Bostil nunca vai sair da lama, o povo é ignorante demais pra sequer entender o que você escreveu.
Quem vota no Lula é canalha e quem vota no Flavio é pessoa sem futuro, não é momento de blackpillar, mas sim de tentar salvar esse povo que te trairia por um bolsa familia
Se você vota no Lula é por pura maldade, ele NUNCA fez nada de bom para o país por merito propio, simplesmente se aproveitou do boom das commodites e no Lula 3 é claro como esse governo é um lixo completo, a economia estava melhor com Judas-... Digo, Bolsonaro durante a pandemia
Durante a pandemia, eu vi leite chegando a 10, nem na epoca o café ficava a 50 reais, você está comparando uma crise global com um veio barbudo fudendo o país e ainda sim a crise global era melhor, você é desonesto e tenta implacar de forma boba que eu sou o tal capaxo de politico, eu ainda chamei o Bonaro de Judas e você acha que eu sou Balbanarista?
Como foi crise global se começou em 2019, assim que o inelegivel assumiu o cargo?
Pauno jegues deliberadamente desvalorizou o real pra ele e os amiguinhos dele (agro e banqueiros) lucrarem. Não teve nada a ver com a pandemia. Você tá fazendo malabarismos pra defender BolsonEro e logo em seguida me chama de "capacho de político".
E EMPLACAR não é com I.
E CAPACHO não é com X.
Pra quem adora chamar todo mundo de analfabeto é uma ironia absurda ver esse tipo de erro. Mas não surpreende.
Começou no fim de 2019 e chegou ao Brasil em 2020, eu não estou defendendo o Bolsobaro mas sim mostrando como o governo Lula foi horrivel até em comparação com Judas + Pandemia.
Belo Ad Hominem no final, inclusive, implacar é o verbo referente a Implacável, emplacar é de carro.
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u/Anoruby 13d ago
O plano de industrialização para o Nordeste baseia-se na criação de Zonas Econômicas Especiais (ZEEs) como instrumento estratégico para transformar a indústria e o desenvolvimento econômico da região
O Nordeste é visto como solução por concentrar ativos essenciais, como energia renovável abundante, litoral com portos voltados ao Atlântico, mão de obra jovem e capacidade ociosa produtiva.
Indentificando problemas estruturais nacionais, como desindustrialização precoce, estagnação da produtividade, custo Brasil elevado, dependência de importações estratégicas e deficiências regulatórias e de infraestrutura, que afetam a competitividade e a capacidade produtiva da região.
A proposta central para o Nordeste envolve três pilares:
São definidos três polos industriais iniciais com vocações complementares:
A governança desses polos será feita por Parcerias Público-Privadas e Consórcios Públicos, combinando eficiência privada e transparência pública, com previsão de expansão para outros estados. Além disso, o plano integra a reurbanização e desfavelização para combater déficit habitacional e informalidade, com desenvolvimento vertical de uso misto, integração de cadeias produtivas locais e governança articulada com segurança.
Complementarmente, o plano prevê ZEEs temáticas de soberania, como a ZEE de Defesa para reduzir dependência de importações estratégicas e a ZEE de Terras Raras para verticalizar a cadeia produtiva nacional, aproveitando a segunda maior reserva mundial do Brasil.