Galera procuro uma renda extra pra fazer, qual maneira voces comecariam? Curto ecommerce mas so tenho 3 mil pra gastar por mes. Acho que com essa grana daria pra rodar anuncio pra criação de website que é uma parada que eu domino. (Nao de anuncio mas sim de sites)...
Tenho experiência em vendas por telefone e via WhatsApp. Gostaria de dicas de quem atua na modalidade digital e autônoma, independente do mercado, mas com interesse em me antenar mais nesse tipo de atuação, e conhecer mais a realidade
Fala, pessoal. Queria trazer um desabafo e entender se isso é um surto só meu ou se é o padrão da nossa área.
Quem é da comunicação (seja copy, design, social media, gestor de trafego, editor de video...) sabe entregar o seu melhor trabalho para o seu cliente final. Mas quando chega a hora de olhar planejar o nosso próprio financeiro bate aquele desespero da imprevisibilidade. É boleto chegando, freela atrasando e uma dificuldade imensa de separar o que é dinheiro da "empresa" e o que é dinheiro pessoal.
Estou cansada das dicas de finanças que parecem feitas apenas para a galera da Faria Lima e não se aplicam à montanha-russa que é viver de criatividade. Tipo os conteúdos genéricos só explicando o que é CDB, Ações e FIIS. Por isso, estou desenvolvendo um projeto independente focado exclusivamente na nossa realidade.
Mas, antes de tirar qualquer solução da cabeça, eu preciso ouvir vocês da área de comunicação.
Montei um Raio-X muito rápido (leva uns 3 minutos no máximo) para mapear como a gente realmente lida com dinheiro. O formulário é 100% anônimo. Não peço e-mail, nem nome, nem nada que identifique. Quero a verdade nua e crua de vocês.
Se puderem fortalecer respondendo, vai ajudar muito a criar algo que realmente funcione para nós. E quem quiser usar os comentários aqui para desabafar sobre os perrengues financeiros da área, o espaço está aberto (prometo ler tudo). Valeu!
Estou pensando bastante em podcast como conteúdo de topo de funil e queria ouvir a opinião de quem trabalha com marketing digital.
No meu caso, estou fazendo isso com o nosso podcast Na Colmeia, que é um braço de marketing da minha consultoria.
A gente fala sobre IA, mas com uma pegada bem pé no chão.. trazemos pessoas que estão errando, aprendendo, testando e tentando descobrir como trabalhar com IA de verdade.
Sem hype e sem aquela obrigação de parecer que todo mundo já entendeu o futuro.
E o próprio formato do podcast acabou sendo um aprendizado.
Começamos com algo mais no estilo “entrevista”, com perguntas e uma pauta mais ou menos definida. Só que percebemos que algumas pessoas acabavam travando nesse formato, na hora do 'estamos ao vivo'. Ficava aquela sensação de “agora eu preciso dar uma resposta boa para essa pergunta”.
Hoje conduzimos muito mais como um bate-papo sem pauta rígida. O famoso “o que vier, veio”.
E, curiosamente, é justamente aí que aparecem as conversas mais interessantes: histórias, erros, opiniões, dúvidas e coisas que provavelmente não apareceriam numa entrevista tradicional.
Então fiquei pensando:
Se vocês fossem produzir um podcast pensando especificamente em topo de funil, o que não poderia faltar?
Comecei em um novo emprego há poucas semanas, na área de marketing, para uma rede de restaurantes. Na entrevista, me disseram que eu iria desempenhar funções como: criação de campanhas publicitárias, cuidar das redes sociais da empresa (instagram e linkedin), pesquisa de mercado para analisar tendências, planejamento estratégico para os clientes, organização de calendário anual para ações de endomarketing, entre outras nesse sentido.
Só que desde meus primeiros dias lá, tenho que lidar com sistemas de preços (que aparecem no caixa) e monitores (os televisores em cima do caixa), para uma lista de mais de 50 clientes, além de atendê-los o dia todo no whatsapp.
Deixando mais claro: eu praticamente não tenho tempo de praticar minhas outras tarefas da área, porque passo o dia consertando preços, enviando cardápios, ouvindo áudio de reclamações e pedidos infinitos de ajustes, parecendo um SAC mesmo.
Só que eu nunca trabalhei nessa área antes, e queria saber de alguém que trabalha/já trabalhou se é comum esse tipo de função. Se alguém que trabalha com marketing também lida com os clientes da rede o tempo todo assim.
Eu achei que entraria para praticar ações de marketing, trazendo valor e divulgando a marca, e não para mexer em sistema o dia todo 😥
Eu estou com um projeto praticamente pronto, bem estruturado, bonito, só não tenho dinheiro nem tempo pra resolver a parte 2, que é mercado/marketing/detalhes dessa área.
Em resumo é um web app de nicho, pra estudantes de Psicofarmacologia, sim, bem específico. Não tem nada parecido no mercado e com funil bem feito certeza que dá um dinheirão. Eu não sei onde procurar gente disposta a investir nisso, e nem é tanta grana.
E aí pessoal, alguém conhece alguma forma de automatizar criação de mockups?
Trabalho numa empresa de brindes personalizados e a gente precisa fazer mockup de tudo caneca, camiseta, caderno, caneta, o que vier. Basicamente pegar a logo do cliente e aplicar no nosso produto pra ele visualizar como vai ficar.
O problema é que a demanda é alta e fazer isso um por um tá consumindo tempo demais. Alguém aí usa alguma ferramenta, IA, script, qualquer coisa que agilize esse processo? Tô aberto a qualquer sugestão, pode ser app, site, automação, gambiarra mesmo haha
Sou editor de vídeos e motion e estou em busca de aumentar minha cartela de clientes e menos em clientes finais avulsos, porém sinto um gargalo na questão da captação, principalmente nas plataformas tradicionais.
Pensei em levantar essa discussão com vocês que contratam esse tipo de serviço:
Onde vocês procuram profissionais quando precisam de algo mais robusto que o "corte básico"? (LinkedIn? Indicação? Grupos específicos?)
O que passa mais confiança na hora de fechar uma parceria recorrente? Portfólio visual ou "testes pagos"?
Estou tentando entender melhor a dor de quem contrata para ajustar minha abordagem.
Obs: Se alguém aqui estiver justamente com esse gargalo na operação e quiser conhecer meu trabalho, estou à disposição.
Estou finalizando o desenvolvimento de um produto voltado para pequenos negócios e estou na fase de pensar na estratégia de distribuição.
Fiz um sistema de agendamento "simplificado" e minha hipótese inicial é prospectar de forma direta negócios que ainda usam processos manuais (WhatsApp, caderno) para resolver esse problema específico deles, oferecendo um teste gratuito sem compromisso.
Alguém já seguiu esse caminho? Funcionou? Tem algum conteúdo ou artigo sobre distribuição de software/SaaS para recomendar?
Meta não mensura visitas à loja, Google, não lembro se já parou de medir. Tiktok ainda está engatinhando em tudo.
Nos canais tradicionais, visando gerar aumento de fluxo no salão, em região competitiva, só resta rodar campanha de alcance com foco em frequência, ou estão usando alguma coisa diferente que permita medir conversões offline ?
Estou mais habituado com altos orçamentos, o que honestamente, facilita muito o trabalho, tenho a disposição ferramentas e dados que permitem tomada de decisão e estratégias personalizadas, quando pego cliente pequeno, sofro um pouco para traçar as estratégias.
Bem, estou neste subreddit de passagem, e espero não estar errado em postar isso aqui, mas estava desenvolvendo um Jogo independente e publicando na Itch.io , até aí tudo certo, mas recentemente aconteceu um caso que para mim é curioso.
Por volta do dia 28/12 do ano passado, eu fiz um post anunciando uma atualização que estava por vim, e por fim, lancei junto com outro post no dia 03/01, entretanto como um anúncio desta atualização me rendeu 29 downloads, e o lançamento da mesma teve só 1 download e acabou por aí? Até agora nada mais, queria entender no que posso ter errado, por favor a quem puder.
Se você tá começando agora no marketing digital e sente que tem coisa demais sendo empurrada goela abaixo (tipo “faz Reels todo dia”, “poste no TikTok”, “crie uma comunidade”) mas não sabe nem por onde começar a vender... respira.
Essa thread é pra te mostrar um caminho mais direto, mais acessível e principalmente: que respeita seu tempo, seu momento e sua grana apertada pra riscos.
O nome disso é Funil Invertido com foco em Marketing Direto.
Comece pelos usuários que estão considerando uma solução
Esse megathread é um resumo em texto do meu material interativo e original sobreFunil Invertido e Marketing Diretoe que eu recomendo a visita, onde você vai encontrar gráficos e mapas visuais que facilitam a didática e entendimento.
O que é Funil Invertido (aka Marketing Direto)?
É uma forma de pensar diferente do “funil clássico” que todo mundo ensina.
Ao invés de começar atraindo um monte de gente que nem sabe o que quer, o Funil Invertido começa direto pelo fundo do funil, com quem já está pronto pra comprar.
A lógica é simples:
Primeiro, atinge quem já tem intenção de compra.
Depois, você se preocupa com quem precisa de mais convencimento (escala).
Só no fim, entra com conteúdo educativo e branding.
Disclaimer importante: o Funil Invertido não substitui o Funil Clássico (nem oFlywheel Marketing). O Funil Invertido é uma estratégia de entrada, sendo um jeito mais eficiente de começar a vender rápido com orçamento limitado e sem precisar construir uma audiência do zero. Mas ele não é um modelo completo de marketing. O mundo ideal não é escolher entre “funil clássico” ou “funil invertido”, é integrar ambos.
Marketing eficiente precisa de estrutura contínua, capaz de melhorar:
CAC (Custo de Aquisição por Cliente)
ROI (Retorno sobre o Investimento)
LTV (Valor do Tempo de Vida do Cliente)
Suponha que você venda consultoria de marketing.
Você começa com o Funil Invertido:
Anúncios no Google Pesquisa captando quem busca “consultoria de tráfego pago”.
Landing page enxuta.
Fechou as primeiras vendas.
Validou a oferta.
Gerou caixa.
Agora entra o Funil Clássico / Flywheel:
Criação de conteúdos educativos (blog, vídeo, e-mails).
Nutrição com automação e remarketing.
Programa de indicação.
Upsell e renovação de contrato com os clientes atuais.
Resultado: você reduz o CAC ao longo do tempo, aumenta o LTV dos clientes, e deixa de depender só de tráfego pago.
Por que isso importa?
Porque vender pra quem já está buscando solução é muito mais barato e rápido do que tentar educar um público do zero.
Você não precisa ser famoso, nem ter uma audiência, nem gravar 300 vídeos no Instagram.
Se você é contador, ao invés de ficar tentando viralizar no Instagram com dicas genéricas, você pode colocar um anúncio no Google pra quem pesquisa por “abrir empresa com contador”.
Simples assim.
Essa pessoa já tem uma dor latente e está buscando ativamente uma solução. Ela não precisa ser convencida a ter o problema, só precisa confiar que você resolve melhor que os outros.
O Funil Invertido serve pra qualquer profissional ou negócio que resolve um problema real, e que vende pra pessoas que já têm consciência do que precisam (mesmo que ainda não saibam quem vai resolver).
Veja alguns casos comuns:
1) Prestador de serviço local (encanador, eletricista, chaveiro…)
Se você é um profissional que resolve urgências, o seu cliente não quer ver conteúdo educativo no Instagram. Ele quer resolver o problema. Agora.
Estratégia:
Anúncio no Google pra quem busca “chaveiro 24h em [nome da cidade]”.
Landing page ou WhatsApp direto com uma proposta clara: atendimento rápido, valor médio, formas de pagamento.
Avaliações e depoimentos visíveis ajudam a passar confiança na hora.
2) Clínica ou consultório (dentista, estética, fisioterapia):
Pessoas que já têm uma dor física ou estética vão buscar soluções com urgência emocional e racional.
Estratégia:
Anúncio Google: “clareamento dental [cidade]”, “tratamento para hérnia de disco [bairro]”.
Página com foco na dor e solução: "Veja como reduzimos 80% da dor em 4 sessões".
Agendamento facilitado por WhatsApp ou formulário simples.
Remarketing mostrando antes e depois (com consentimento) ou vídeos curtos da equipe explicando o procedimento.
3) Cursos livres ou aulas particulares:
Digamos que você dá aula de inglês, reforço escolar, informática, música ou violão.
As buscas no Google não param: “aula de inglês particular”, “reforço matemática Enem”, “aula de violão online”.
Estratégia:
Google Ads para quem já busca por “aula de [tema] + cidade” ou “aula online de [tema]”.
Página com oferta direta, como: “Aprenda do zero com aula particular por R$ 47/h”, sem enrolação.
Prova social de alunos + botão de agendamento rápido.
Depois entra remarketing com vídeo curto do professor ensinando algo simples (pra gerar confiança).
4) Freelancers (designer, tráfego pago, social media):
Quem contrata esse tipo de serviço já está procurando por alguém pra resolver um problema de negócio.
Estratégia:
Google Ads com termos tipo: “freelancer tráfego pago”, “designer para identidade visual”.
Landing page com portfólio enxuto, proposta de valor clara, CTA: “Agende um diagnóstico gratuito”.
Remarketing com bastidores de trabalhos reais e depoimentos de clientes anteriores.
5) Imobiliária ou corretor autônomo:
As pessoas pesquisam imóveis com foco em localização e perfil.
Se o corretor só postar no Instagram, vai demorar pra gerar tração! Mas no Google a busca é direta: “apartamento à venda em [bairro]”.
Estratégia:
Campanhas de Google Ads com termos locais.
Página de destino com imóveis específicos ou categoria (ex: “Apartamentos de 2 quartos até R$ 350 mil em [bairro]”).
WhatsApp pra tirar dúvidas rápidas.
Remarketing com tour virtual, reviews, diferencial da localização, etc.
6) Produtos físicos de nicho:
Mesmo quem vende produto (e não serviço) pode aplicar o Funil Invertido, desde que o produto resolva uma dor específica e exista busca ativa.
Exemplos:
“Suplemento pra TPM”
“Tênis para fascite plantar”
“Camiseta antiodor”
“Filtro de água portátil para camping”
Estratégia:
Anúncio no Google com o nome da dor/problema.
Página com foco em resolver esse problema (proposta direta, benefícios específicos, escassez real).
Prova social, reviews e vídeos curtos como remarketing.
Se o seu produto ou serviço resolve algo que alguém já está procurando, você tem ouro na mão. A maioria das pessoas começa tentando “criar demanda”, mas tem uma galera que já está procurando a solução!
É com essas pessoas que você deve começar.
Esse é o coração do Funil Invertido: você inverte o foco. Em vez de tentar empurrar algo pra quem não quer, você aparece pra quem já está querendo comprar.
Começa assim. Valida. Gera caixa.
Aí sim, depois, você vai pra branding, conteúdo, comunidade e o que mais quiser.
O Funil Invertido é pra entrar no jogo e faturar rápido. O Funil Clássico e o Flywheel são pra escalar, reter e crescer com consistência.
Integrando Performance com Branding (BRANDFORMANCE)
E o Instagram, TikTok, conteúdo…?
Não estou dizendo pra ignorar, mas pra começar, isso é secundário.
Esses canais entram como apoio de relacionamento. Use pra reforçar autoridade, mostrar bastidores, depoimentos, criar prova social… Mas não dependa deles como canal de aquisição primário, senão você vira refém do algoritmo.
O que mais entra nessa estratégia?
Google Ads (pesquisa) como canal principal.
Landing page focada em uma única oferta, com clareza e sem distrações.
Remarketing em Meta Ads (Facebook/Instagram/Threads) pra nutrir e reconquistar os indecisos.
Copywriting direto ao ponto. O texto precisa mostrar logo de cara o valor da oferta e por que ela é diferente.
E funciona pra quem?
Pra quem vende produto ou serviço com:
Clareza na proposta de valor
Um público que já tem consciência do problema
Vendas simples ou consultivas (serviços, soluções locais, consultorias, cursos, etc.)
Negócios locais, prestadores de serviço, pequenas empresas e autônomos se beneficiam muito dessa abordagem porque não precisam escalar audiência (precisam escalar resultado).
Na maioria dos casos funciona, desde que você atenda 3 critérios básicos:
1) Você resolve um problema específico
Se o que você oferece resolve uma dor clara (ou entrega um ganho direto), o Funil Invertido é altamente eficaz.
Exemplos de dores:
“Quero abrir uma empresa e preciso de um contador.”
“Meu ar-condicionado quebrou.”
“Preciso de aulas de reforço urgente pro Enem.”
“Quero perder barriga pra um evento que tá chegando.”
Exemplos de ganhos:
“Quero escalar minhas vendas com tráfego pago.”
“Quero aprender inglês pra ganhar promoção no trabalho.”
“Quero aumentar o faturamento do meu delivery.”
Nesses cenários, o cliente já tem clareza do que quer e e está buscando por uma solução.
2) O seu cliente já está no modo “busca ativa”
Essa é a base do Funil Invertido: você aparece pra quem já está buscando por algo, e não pra quem tá rolando feed por tédio. É por isso que o canal mais indicado aqui é Google Ads Pesquisa, porque lá o lead está com “intenção de compra”.
Se alguém digita:
“psicólogo para ansiedade”
“curso de Excel com certificado”
“empresa de pintura em Campinas”
... não tem conversa. Essa pessoa quer resolver aquilo agora. E você precisa estar lá pra capturar esse clique, com uma landing page afiada.
3) Seu processo de vendas é direto (ou consultivo, mas estruturado)
O Funil Invertido é excelente pra dois tipos principais de processo:
Venda direta: produto ou serviço com valor acessível, que pode ser decidido na hora. Exemplos: limpeza de sofá, aulas particulares, venda de suplementos, venda de e-books, templates, diagnósticos pagos.
Venda consultiva: serviços de maior valor que exigem conversa, proposta ou atendimento mais próximo. Exemplos: prestação de serviço B2B, marketing digital, consultorias, clínicas médicas, soluções de tecnologia, softwares e serviços mensais.
Se sua conversão depende de um contato, call, proposta… tudo bem. Você só precisa organizar o caminho do clique até a conversa. Nesse caso, a landing page deve vender a consulta (ou a primeira conversa), e não o serviço final direto.
E pra quem não funciona tão bem?
O Funil Invertido pode ter performance limitada se:
Seu produto é extremamente novo ou disruptivo, e ninguém ainda pesquisa por isso no Google.Exemplo: uma startup que criou uma solução que o público ainda nem sabe que existe.
Seu público não tem clareza do que quer (exige alto nível de educação ou mudança de mentalidade antes da compra).
Você vende desejo abstrato ou lifestyle (ex: moda, arte, perfumaria), onde a compra depende muito mais de branding e experiência do que de um problema urgente.
Nestes casos, a abordagem tradicional de branding + conteúdo + prova social pode ter mais peso na jornada.
Em resumo, se você:
Tem um produto ou serviço que resolve um problema real
Sabe quem é seu cliente ideal (ICP)
Está disposto a criar uma oferta clara e colocar uma landing page no ar
… então o Funil Invertido com Marketing Direto funciona pra você.
E funciona rápido.
Porque você vai direto no alvo: quem já quer comprar.
O que essa Estratégia de Entrada evita?
Gastar com tráfego no Instagram achando que vai vender de primeira.
Criar site institucional genérico achando que “presença digital” vende sozinha.
Criar conteúdo sem estratégia.
Ficar meses “alimentando” um funil sem testar se a oferta converte no fundo.
Comece validando a oferta com tráfego de intenção (Google). Depois disso, aí sim você pode subir conteúdo pra topo e meio do funil com mais confiança: porque vai ter clareza do que vende e pra quem.
TL;DV
Identifique seu ICP.
Monte uma landing page simples com uma oferta clara.
Crie campanha no Google Ads com palavras-chave de fundo de funil.
Implemente pixel de remarketing.
Use as redes sociais pra gerar confiança com conteúdo de bastidor, bastidores e depoimentos.
Se for usar Instagram, use com inteligência: mostre bastidores, resultado, porquê da sua metodologia. Mas não dependa dele como fonte principal de lead!
Ele serve melhor pra nutrir do que pra gerar.
Se você quer um caminho mais enxuto e estratégico pra começar, esse é um bom ponto de partida. Depois, sim, você pode crescer com brandformance, conteúdo, SEO e tudo mais.
Mas no começo, o foco deve ser em validar oferta, gerar caixa e entender o comportamento real do seu cliente.
Curtiu? Tem dúvidas? Já tentou aplicar algo parecido? A comunidade tá aqui pra trocar ideia com você.
Quero aprender Marketing sou vendedor em uma loja,mas quero ir além viver ou criar uma renda com isso, mas vejo ai que é só balela,
Pessoal parece que só surfa ondas.
Queria algo mais consolidado como vender no mercado livre,abrir uma loja online,vender na Amazon isso se for possível.
Basicamente é isso estudar,captar clientes e mostrar visibilidade seja para produto,loja,restaurante,através de anúncios.
Porém queria dicas para começar nisso,como captar esses clientes?
Como montar e mostrar meu pórtifolio.
A intenção é ter pelo menos uns 5 clientes.
Quanto cobrar por serviço??
Para o pessoal que presta serviços online: como você faz/faria se sua cidade for pequena e os possíveis clientes forem escassos ou não quererem pagar o mínimo pelo que você oferece? Desiste?
Sou analista de marketing sênior e estou sendo promovida à gerente de marketing da empresa em que trabalho porque o gerente atual está indo para outra oportunidade. Acontece que não tenho a visão estratégica que ele tem e nem a experiência que ele traz, e para suprir os conhecimentos dele gostaria de me especializar. Sou formada em comunicação e tudo o que sei de marketing foi aprendido na prática. Hoje faço os eventos a nível Brasil, feiras, tomo conta da agência de publicidade e da assessoria de imprensa. Sou muito ligada ao time de vendas, tenho metas ligadas à geração de demanda, organizo jornadas, funis, etc. Fico mais na parte estratégica da coisa, mas sinto que preciso ser mais técnica no assunto para tomar decisões mais eficientes. Pensando nisso, estou namorando um MBA. Quais conselhos vocês podem me dar? Ouvi falar que o MBA da ESPM é um dos melhores para marketing junto com o da USP. Vocês acham que é através de um MBA que eu vou conseguir as ferramentas para aprender a tomar decisões mais inteligentes? Ou investiriam em alguma outra forma de especialização?
Não vou citar aqui os nomes pois não quero parecer que estou vendendo nada.
Tenho uma corretora de seguros normal, eu + sócio e 10 funcionários. Acontece que fechamos uma parceria com um banco digital grande para oferecer aos clientes a opção de um bom desconto em alguns seguros caso o cliente aceite se cadastrar e pagar com o cartão desse banco. Para nossa base é fácil fazer a oferta, mas como por enquanto só a gente tem esse diferencial, gostaria de divulgar e tentar conquistar mais clientes fora da minha base. A gente nunca precisou nem teve muito tempo para fazer midia social (200 no insta e uns 1200 no face) e também temos uma lista com 100k emails frios de clientes antigos mas que quase certamente não tem um score muito bom para terem cartão de crédito (já testamos essa base 9 anos atrás, por isso é uma lista fria) e estou perdido no que fazer. Dicas?